Um governo capaz de fomentar o desenvolvimento econômico com justiça social. É assim que o candidato ao governo de Mato Grosso pela coligação ‘A Força da União’, Wellington Fagundes (PR), resumiu seu plano de governo apresentado nesta manhã durante entrevista à rádio Difusora, em Cuiabá.
O enfoque social e a prioridade dados à visão de futuro de Mato Grosso foi o que levou à união dos dez partidos de esquerda, centro e direita agrupados na coligação – maior frente de oposição ao atual governo.
Wellington reuniu movimentos sociais, sindicais, empresariais e forças populares em seu projeto, que prioriza a ação humanizada do governo e serviços públicos eficientes.
“Não tem como governar sem se preocupar com a melhoria de vida das pessoas. É dever de todo governante cuidar dos idosos, investir nas crianças e dar oportunidade aos jovens”, afirmou o republicano.
Questionado sobre como garantir o enfoque social se eleito governador, Wellington lembrou de sua atuação municipalista e do perfil de ser “um político de rua”.
“Não me mudei para Brasília quando me tornei parlamentar porque não posso perder o vínculo com a realidade da nossa gente. Tem que ouvir a comunidade, e isso venho fazendo a minha vida política inteira”.
Para o candidato, uma das principais atribuições do governante é manter o diálogo com aqueles que vivem a rotina, muitas vezes difícil, da realidade social mato-grossense, e que geralmente são representados por organizações comunitárias, entidades filantrópicas e associações do terceiro setor – além de movimentos como as pastorais.
Wellington enfatizou a importância da participação feminina na vida política. “A mulher ganha muito menos que os homens no Brasil, mesmo desempenhando a mesma função, e isso precisa mudar. Porque a mulher é o esteio da família, a segurança da família.
É por isso que o papel do governo é fazer política social garantindo a presença e o papel ativo da mulher, assegurando direitos e ofertando condições de capacitação e formação”.
Na composição da chapa majoritária, Wellington fez questão de ter uma mulher na vice-governadoria. “Foi uma escolha pessoal, da qual não abriria mão”. Ele explica que Sirlei Theis, do PV, foi escolhida por reunir várias qualidades.
“É mulher, é servidora pública, precisou se amparar nos estudos para conquistar uma vida estável e fez carreira na segurança pública, gerindo o segundo maior orçamento do Estado”.
Dessa união, veio a visão de que as ações de segurança devem incluir não apenas a repressão, mas também a prevenção ao crime e à violência.
“Ninguém vira criminoso porque quer. Isso acontece quando falta escola, quando não se tem o que comer. É papel do Estado fazer a política social como prevenção aos problemas de segurança”.
Composta por dez partidos (PR, PMN, PROS, PC DO B, PODEMOS, PP, PT, PV, PRB e PTB), a coligação ‘A Força da União’ tem Wellington Fagundes e Sirlei Theis para o Governo, e como candidatos ao Senado Adilton Sachetti (PRB) e Maria Lúcia Cavalli Neder (PC do B).





