Secretário e vereador vistoriam novos abrigos de ônibus, táxis e mototáxis de Rondonópolis

Os novos abrigos serão colocados em diversos pontos da cidade, tanto na região central como nas vias arteriais

Foto: Divulgação

O secretário de Transporte e Trânsito de Rondonópolis, Rodrigo Metello e o vereador João Mototáxi, estiveram na cidade de São José do Rio Preto, vistoriando a construção dos novos abrigos de ônibus, táxis e mototáxis de Rondonópolis.

A empresa responsável pelos abrigos é a Delta.

Sob a responsabilidade do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Rondonópolis (Ippur), o projeto prevê abrigo em modelo de vidro e com iluminação. No local também haverá estação de recarga de celular e lixeiras.

Foto: Divulgação

Os novos abrigos serão colocados em diversos pontos da cidade, tanto na região central como nas vias arteriais.

“O projeto é voltado para a questão urbanística e para acessibilidade”, explica a gerente do Ippur, Cláudia Lugli.

De acordo com o secretário Rodrigo Metello, com os novos abrigos a população terá conforto e tranquilidade enquanto aguarda os seus meios de transportes.

João Mototáxi conta que ficou animado ao ver os novos protótipos, que serão modernos, bonitos e inovadores.

Foto: Assessoria

De fato, os novos abrigos terão uma estrutura bonita, funcionais e esteticamente inovadora, proporcionando beleza a paisagem urbana.

Em vídeo publicado nas redes sociais, João Mototáxi informa que 50 pontos de ônibus receberam a nova cobertura.

Espaço para PNE

Além disso, as estruturas terão espaço para cadeiras de rodas, piso tátil para deficientes visuais e cobertura de telhas isotérmicas, que evitam o aquecimento excessivo do ambiente.

As coberturas de ônibus, assim como as de táxis e mototáxis terão 4,20 metros de largura por 2,10 de altura.

“Todos os abrigos têm a mesma medida, sendo que a aba lateral dos de ônibus é estreita e a dos de táxis e mototáxis é mais larga. E, também, os dois últimos não vão ter espaço para cadeiras de rodas, já que serão utilizados pelos motoristas, que não têm essa necessidade, e os de ônibus serão destinados a passageiros, por isso, é preciso adaptá-los para receber também cadeirantes”, detalha Cláudia.