Presidente do Novo denuncia perseguição e agressões verbais por motivação política em Rondonópolis

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Lucas Franco Perrone

Presidente do Novo é perseguida nas ruas de Rondonópolis

Presidente do Novo denuncia perseguição e agressões verbais por motivação política em Rondonópolis

Raquel Mattei afirma que foi intimidada enquanto estava com a filha e diz que episódio não mudará suas convicções políticas

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A empresária e presidente municipal do Partido Novo em Rondonópolis, Raquel Mattei, denunciou nas redes sociais ter sido vítima de perseguição e agressões verbais por motivação política nas ruas da cidade.

Segundo relato da dirigente partidária, ela estava em seu veículo acompanhada da filha quando um homem parou ao lado do carro e passou a dirigir ofensas e xingamentos contra ela. De acordo com Raquel, além das agressões verbais, o motorista também teria iniciado uma perseguição pelas vias da cidade.

Momento em que o empresário fala impropérios para presidente do Novo

A empresária atribui o episódio ao fato de possuir em seu veículo um adesivo com referências ao pré-candidato a deputado federal pelo Novo, Vinícius Santana, além do nome do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro.

Diante da situação, Raquel afirmou que não se intimidou e passou a gravar a ação do homem com o celular. Nas imagens, ela destaca que pretendia expor o caso nas redes sociais e acionar a polícia.

Em sua manifestação, a presidente do Novo classificou a atitude como covarde, ressaltando que estava acompanhada apenas da filha no momento da ocorrência.

“Ele ameaçou duas mulheres sozinhas. Isso demonstra covardia”, afirmou.

Apesar do constrangimento, Raquel garantiu que o episódio não irá alterar seu posicionamento político. Segundo ela, continuará manifestando publicamente suas convicções e mantendo os adesivos em seu veículo.

A empresária disse ainda que, além de preservar o material já existente, pretende incluir novos adesivos de lideranças políticas alinhadas ao seu grupo, entre elas a vereadora de Rondonópolis, Luciana Horta, apontada como pré-candidata a deputada federal, e também de Flávio Bolsonaro.

O caso gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre intolerância política e o respeito à livre manifestação de pensamento durante o período de pré-campanha eleitoral.

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