A Santa Casa de Rondonópolis deve recomeçar as cirurgias que estavam suspensas e eram feitas por meio do Consórcio Regional de Saúde (Coress). O presidente do Coress, Isaack Castelo Branco se reuniu com a equipe médica e administração da Santa Casa de Rondonópolis para esclarecer dúvidas dos profissionais. “ Foi uma reunião muito produtiva, a equipe da Santa Casa já sinalizou positivamente para o retorno dos atendimentos, e a partir de segunda-feira já começarão a fazer o mapeamento, ” disse.
Na quarta-feira (07), foi realizada uma reunião no auditório do Escritório Regional de Saúde em Rondonópolis, onde o presidente, Isaack Castelo Branco se encontrou com os secretários de saúde dos municípios consorciados. O encontro teve como principal objetivo identificar as demandas dos municípios, esclarecer dúvidas e debater questões fundamentais para a continuação de excelência do consórcio.
Durante as discussões, ficou evidente a dificuldade em contar com alguns especialistas para atender as demandas dos municípios. Outro ponto abordado, foi a realização de cirurgias pelo programa Fila Zero, iniciado no ano passado, uma iniciativa que visa atender pacientes que aguardam por procedimentos de média e alta complexidade. No entanto, a continuidade dessas cirurgias enfrenta obstáculos significativos, especialmente pela escassez de hospitais credenciados na região que atendam a todos os requisitos necessários e que se disponibilizem a abrir as portas para atender os pacientes encaminhados pelo consórcio.
Atualmente, dois hospitais são credenciados na região, a Santa Casa de Rondonópolis e o Hospital e Maternidade São João Batista em Poxoréu, e apenas o São João Batista estava seguindo normalmente com as cirurgias. E em breve, o Hospital São Lucas em Primavera do Leste também deve começar a atender, já que as tratativas com o município já foram finalizadas.
O presidente do Coress ressaltou a importância de uma colaboração coletiva entre os municípios. “É fundamental que, mesmo que o problema do seu município esteja resolvido, possamos pensar no que podemos fazer para ajudar os outros municípios. O programa Fila Zero precisa continuar em andamento para salvar a vida de tantos pacientes que aguardam por cirurgias”, enfatizou. Ele incentivou os municípios que dispõem de hospitais com a estrutura adequada a se credenciarem e abrirem suas portas para atender os pacientes, conforme suas capacidades.





