Possibilidade de remanejamento em orçamento é discutida na Câmara

prefeito vai à ordem do dia e discute projeto do iptu

A votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias do ano que vem que ainda não tem data para ser votada na Câmara de Vereadores deverá gerar polêmica. Pelo menos um item do projeto tem chamado a atenção dos vereadores da bancada de oposição sobre a possibilidade do prefeito Zé Carlos do Pátio (SD) poder remanejar os recursos do orçamento em até 20% sem a necessidade autorização legislativa.

Esse ponto da proposta chamou a atenção do vereador Rodrigo da Zaeli (PSDB) que entende que a medida seria uma espécie de cheque em branco ao prefeito. Na reunião da ordem do dia realizar na terça-feira (8), o parlamentar tucano reclamou deste ponto do projeto e disse que poderia votar contra.

O vereador Juary Miranda de Moraes (SD) que é o líder do prefeito no Legislativo defende a manutenção do item na proposta de orçamento por entender que 2020 é ano eleitoral e não haveria muito tempo hábil para trabalhar dentro da Câmara as autorizações de remanejamento do orçamento.

O orçamento do ano que vem será de aproximadamente R$ 1 bilhão e 95 milhões, deste total quase R$ 300 milhões deverão ser levados para a área de investimento da saúde, sendo destinados R$891,2 milhões para a Administração direta e R$203,8 milhões para a indireta . O orçamento de 2020 é  pouco maior do que o do deste ano que está na casa do R$ 1 bilhão e 58 milhões.

Os vereadores têm até no máximo dia 20 de dezembro para aprovar o orçamento do ano que vem.

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