Obras entre Campo Verde e Nova Brasilândia terão início a partir do dia 7

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Em reunião com o deputado Max Russi (PSB), o secretário adjunto de Engenharia da Secretaria de Estado de Infra-estrutura e Logística (Sinfra), Rogério Arias, informou que as obras de manutenção do trecho não asfaltado da MT-140, que liga Campo Verde a Nova Brasilândia, devem ter inicio no próximo dia 07 de setembro. A necessidade do urgente patrolamento e cascalhamento da estrada foi indicada e apresentada em Plenário pelo parlamentar, após receber a demanda do vereador de Nova Brasilândia, Eutímio Francisco de Campos. “A estrada está intransitável, principalmente no trecho de 10 km, que vai do Rio Roncador até a entrada da fazenda Marialva”, explicou Max.

De acordo com o secretário, o Governo do Estado está fazendo um chamamento público junto às associações sem fins lucrativos, a fim de firmar convênio para realização das obras em cerca de 950 quilômetros naquela região, que além de Campo Verde e Nova Brasilândia, vai compreender ainda os municípios de Santa Rita do Trivelato, Planalto da Serra, Chapada dos Guimarães e outras. “As associações deverão apresentar as propostas entre os dias 30 de agosto e 5 de setembro para assinatura do convênio, e, a partir do dia 07, as patrulhas já devem estar operando nessas estradas”, garantiu Arias.

A pavimentação do trecho da MT-140 que liga Campo Verde a Nova Brasilândia foi reincluída no Programa MT-Integrado, após compromisso do governador Pedro Taques com o deputado Max Russi. Porém, em razão das péssimas condições da estrada, Max solicitou medidas emergenciais. “Os produtores e moradores não podem ficar isolados. Sabemos que uma obra de pavimentação demanda prazos, desde projetos, licitação e execução, por isso pedimos ao Governo que atenda a região com a manutenção das estradas, até que se concretize o sonho do asfaltamento”.

Parceria – Através do convênio entre o Governo e associações, a Sinfra fornecerá a patrulha (10 máquinas/equipamentos) para cada associação, recursos para recuperação inicial dos equipamentos, recurso mensal para gestão, óleo diesel e recursos para manutenção de pontes e bueiros. A associação se responsabilizará pela remuneração da mão de obra, recursos para manutenção rotineira das máquinas e o projeto de implantação. Na prática, no período da seca as associações irão executar melhorias na rodovia, como drenagem, cascalhamento, restauração de pontes ou bueiros. Já no período de chuva as associações vão manter o trecho trafegável, eliminando pontos críticos.

O Governo estima que pelo menos 5.658 quilômetros de estradas não pavimentadas sejam mantidos por meio de parcerias com associações. Isso corresponde a 22% da malha rodoviária não pavimentada do Estado de Mato Grosso, que gira em torno 25 mil km.