O jornalista Mario Marques de Almeida, um dos principais pensadores políticos do grupo do prefeito Zé Carlos do Pátio (SD) contraiu, pela terceira vez, Covid-19.
Mário teve exame positivo ontem. Ele é o atual chefe do escritório de representação de Rondonópolis na capital e editor do site cuiabano Página Única.
O jornalista considerado um dos ícones da imprensa de Mato Grosso está se recuperando em sua casa na capital do Estado e sente sintomas leves da doença. Mário tem 73 anos de idade e foi secretário de comunicação da prefeitura de Rondonópolis na gestão de Carlos Bezerra, e ainda presidente da IOMAT.
Ele já havia tomado as três doses da vacina contra a doença: duas primeiras Coronavac e a terceira, da Pfizer.
“No final da semana passada”, relata o jornalista, “comecei a sentir cansaço excessivo e desconfiei que poderia ser a covid, embora não tivesse com nenhum dos outros sintomas da doença que me acometeram nas duas vezes anteriores, há cerca de dois anos, como perda de apetite, febres, dificuldades para respirar e diarréias constantes”, resume.
O profissional confessa que poderia estar em melhores condições físicas, se não levasse vida sedentária e fosse praticante de exercícios. “Exercito muito meus neurônios, desde jovem, mas tenho me descuidado do corpo”, alega.
“Mas vou mudar essa rotina de quem passa a maior parte do tempo lendo e escrevendo; vou passar a caminhar mais”, promete.
“Atribuo à graça de Deus e ao fato de ter me imunizado adequadamente com as três doses prescritas contra o vírus, a razão de estar vivo e com meu quadro de saúde em condições normais para um homem da minha idade”, reconhece.
Indo adiante, o jornalista exemplifica que a validade da vacina contra a covid está associada ao dado apontando que vem diminundo o número de mortos em todo país paralelamente ao avanço da imunização. “Negar essa realidade sobre o efeito benéfico e positivo das imunizações, se isso não for ato criminoso contra a vida, é no mínimo atitude de loucura ou extrema idiotice”, compara.
“Morrer todos nós temos que morrer um dia, conforme prega certo líder. “Mas não necessariamente de covid e tampouco precisamos apressar nossa partida, deixando de tomar as vacinas e outros medicamentos recomendados por especialistas da área médica”, alerta o jornalista, sem deixar de lado a ironia.





