A gestora da Associação dos Pacientes Oncológicos de Rondonópolis (Apor), Maria Marleide Ferreira Narciso, prestou nesta semana um dos depoimentos mais breves à Comissão Especial de Inquérito (CEI) instaurada pela Câmara de Vereadores para apurar a situação financeira da Santa Casa de Misericórdia.
Durante sua fala, Marleide esclareceu que o cargo que ocupa na Apor possui atribuições operacionais e que ela não tem poder de decisão dentro da entidade. Apesar disso, foi questionada pelos parlamentares sobre sua experiência prévia como administradora da Santa Casa.
Ao ser indagada sobre o histórico financeiro do hospital, Marleide afirmou que as dificuldades econômicas da unidade são antigas e recorrentes. “A Santa Casa sempre teve problemas financeiros, mas, no período em que fui gestora, conseguimos uma certa equalização da situação”, declarou.
A gestora também respondeu a questionamentos sobre a origem dos recursos da Apor. Segundo ela, a entidade é mantida por meio de doações da comunidade e convênios com o poder público.
A CEI da Santa Casa continua ouvindo testemunhas e representantes de entidades ligadas à área da saúde com o objetivo de esclarecer as causas da crise financeira enfrentada pelo hospital.





