CONSOLAÇÃO – Medeiros é o mais votado para o senado em Rondonópolis

Foto: Arquivo

O deputado federal José Antônio Medeiros (Podemos) foi o mais votado em Rondonópolis, nas eleições suplementares ao Senado. Medeiros teve na cidade o total de 28995, o segundo mais votado no município foi o vencedor das eleições Carlos Fávaro com o total de 22 777, na terceira posição na cidade ficou o coronel da PM, Rubia Fernanda com 11.423.

Medeiros na cidade teve o apoio do candidato a prefeito Luiz Homem de Carvalho, o Luizão (Republicanos). Fávaro contou com o apoio do deputado estadual Thiago Silva (MDB) e do prefeito reeleito Zé Carlos do Pátio (SD) e Coronel Fernanda, teve o apoio do candidato a prefeito Cláudio Paisagista (DC).

A surpresa ao senado em Rondonópolis foi a votação de Valdir Barranco (PT) que fechou o processo no município com o total de 7793, superando o ex-governador Pedro Taques que teve na cidade o total de 3456.




O tucano Nilson Leitão ficou com 2768 votos na cidade, Sargento Elizeu 2621, Reinaldo Moraes 2343, Procurador Mauro 2220, Euclides 1884 e Azuaga 716.

RESULTADO NO ESTADO

O candidato Carlos Fávaro (PSD) foi eleito senador pelo Mato Grosso em eleição suplementar que ocorreu neste domingo (15) no estado, em conjunto com o primeiro turno das Eleições Municipais. Com a eleição de Fávaro, ficará preenchida, em definitivo para a legislatura atual, a terceira vaga pelo Mato Grosso no Senado Federal.

Fávaro obteve 371.857 (25,97%) dos votos válidos para o cargo. José Lacerda e Margareth Busetti elegeram-se, respectivamente, primeiro e segundo suplentes na chapa. A segunda colocada no pleito foi a candidata Coronel Fernanda (Patriota), que conquistou 293.362 votos (20,49%).

A eleição em Mato Grosso para o Senado ocorreu devido à cassação do mandato da senadora Selma Arruda (Podemos) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder econômico na campanha de 2018. Além de Selma Arruda, o TSE cassou os dois suplentes da chapa.

O próprio Carlos Fávaro era quem ocupava a vaga no Senado como o terceiro candidato mais votado para o cargo em 2018. Como estavam em disputa duas vagas para o Senado no pleito de 2018, o segundo colocado, Jayme Campos, já exercia, no momento da cassação de Selma, o mandato de senador desde fevereiro de 2019.

Inicialmente a eleição para senador no estado estava prevista para 26 de abril, mas foi adiada por causa da pandemia da Covid-19.