Concessão do Aeroporto de Rondonópolis é confirmada no Diário Oficial da União

A expectativa é que sejam investidos mais de R$ 69 milhões no Aeroporto de Rondonópolis

Concessão do Aeroporto de Rondonópolis é confirmada no Diário Oficial da União
Foto - Assessoria

A concessão do Aeroporto Maestro Marinho Franco para a iniciativa privada, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (5).

A decisão foi tomada pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República.

Na publicação do Governo, mais 11 aeroportos estão autorizados a serem concedidos.

De acordo com a resolução que autoriza a concessão, os empreendimentos serão licitados em três blocos: Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.

Em Mato Grosso serão concedidos os aeroportos de Cuiabá, Rondonópolis, Alta Floresta, Barra do Garças e Sinop.

A expectativa é que sejam investidos mais de R$ 69 milhões no Aeroporto de Rondonópolis.

Mato Grosso é o único estado a ter um bloco de aeroportos para concessão.

O prazo de concessão será de 30 anos para todos os blocos e aeroportos.

Esse modelo de concessão é interessante para o País porque gera investimentos, empregos e melhora os serviços prestados para os consumidores nos terminais de passageiros.

Além disso, o governo recebe um valor por cada aeroporto.

Confira a lista de aeroportos que serão concedidos

Bloco Nordeste

  • Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre
  • Aeroporto de Maceió/Zumbi dos Palmares
  • Aeroporto Santa Maria – Aracaju
  • Aeroporto Presidente Castro Pinto – João Pessoa
  • Aeroporto de Juazeiro do Norte – Orlando Bezerra de Menezes
  • Aeroporto Presidente João Suassuna – Campina Grande

Bloco Centro-Oeste

  • Aeroporto Marechal Rondon – Cuiabá
  • Aeroporto Maestro Marinho Franco – Rondonópolis
  • Aeroporto Piloto Osvaldo Marques Dias – Alta Floresta
  • Aeroporto Presidente João Batista Figueiredo – Sinop

Bloco Sudeste

  • Aeroporto de Vitória – Eurico de Aguiar Salles
  • Aeroporto de Macaé (SBME)

PPI

O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi criado em 2016 com o objetivo de melhorar os serviços e a infraestrutura do País por meio de parcerias entre o governo federal e a iniciativa privada.

No caso dos aeroportos, as concessões foram iniciadas em 2011, aumentando a qualidade a partir de padrões internacionais, previstos nos contratos de concessão fiscalizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).