Gestora da Apor diz à CEI que não tem poder de decisão e afirma que Santa Casa sempre enfrentou dificuldades financeiras

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Lucas Perrone

Gestora da Apor diz à CEI que não tem poder de decisão e afirma que Santa Casa sempre enfrentou dificuldades financeiras

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A gestora da Associação dos Pacientes Oncológicos de Rondonópolis (Apor), Maria Marleide Ferreira Narciso, prestou nesta semana um dos depoimentos mais breves à Comissão Especial de Inquérito (CEI) instaurada pela Câmara de Vereadores para apurar a situação financeira da Santa Casa de Misericórdia.

Durante sua fala, Marleide esclareceu que o cargo que ocupa na Apor possui atribuições operacionais e que ela não tem poder de decisão dentro da entidade. Apesar disso, foi questionada pelos parlamentares sobre sua experiência prévia como administradora da Santa Casa.

Ao ser indagada sobre o histórico financeiro do hospital, Marleide afirmou que as dificuldades econômicas da unidade são antigas e recorrentes. “A Santa Casa sempre teve problemas financeiros, mas, no período em que fui gestora, conseguimos uma certa equalização da situação”, declarou.

A gestora também respondeu a questionamentos sobre a origem dos recursos da Apor. Segundo ela, a entidade é mantida por meio de doações da comunidade e convênios com o poder público.

A CEI da Santa Casa continua ouvindo testemunhas e representantes de entidades ligadas à área da saúde com o objetivo de esclarecer as causas da crise financeira enfrentada pelo hospital.

Leia mais sobre o assunto: CEI da Santa Casa define oitivas com representantes da Apor

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