A PEC da Transição, conhecida também como PEC dos Gastos , foi aprovada,, em dois turnos no Senado na noite desta quarta-feira (7).
No 1º turno, foi por 64 votos a 16. Eram necessários 49 votos para a aprovação. No 2º turno, o placar foi de 64 a 13.Apenas o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que comandou a sessão, não votou no primeiro turno. No segundo, ele e mais três senadores não votaram. A bancada de Mato Grosso votou em peso a favor da PEC. Carlos Fávaro que é cotado para ser ministro de Lula, Jayme Campos e Wellington Fagundes votaram sim.
A PEC é a alternativa defendida pela equipe do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para continuar a pagar R$ 600 por mês de Bolsa Família (antigo Auxílio Brasil) a partir de janeiro.
Isso porque o texto aumenta o teto de gastos do governo e possibilita despesas que não estavam previstas no Orçamento de 2023.





