Modelo fala sobre bullying sofrido por brasileiras no exterior

Modelo internacional faz um alerta sobre tráfico humano
Divulgação /CO Assessoria

Realizar alguns trabalhos de modelo no exterior nem sempre é uma tarefa fácil para as brasileiras. Geralmente, além da dificuldade de conseguir contatos profissionais, muitas sofrem com os estereótipos mais conhecidos entre estrangeiros sobre o corpo das brasileiras.

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“Nos dedicamos para manter um padrão de cintura e bumbum preferido pelos maiores desfiles do mundo, mas só de ouvirem que sou brasileira, já pensam que não posso fazer o trabalho, pois devo ter o corpo mais escultural”, lembra Wanessa Moura, modelo internacional.

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Wanessa atualmente faz trabalhos na Ásia e participou de diversas campanhas para marcas famosas na Índia.

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“O pessoal do outro lado do mundo é o que mais pensam  na mulher brasileira estereotipada”. Segundo a modelo, é preciso ter bastante profissionalismo para decolar na carreira e aproveitar as oportunidades”.

“A última delas, foi quando Wanessa foi comparada com a atriz Penélope Cruz. “Isso também e abriu muitas portas e fico feliz em ser comparada com ela, afinal, Penélope também é admiradora.”

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Outro ponto destacado pela modelo é o cuidado com o tráfico de mulheres. Ela conta que ficou com muito medo quando foi convidada pela primeir vez a participar de uma campanha na Índia.

“Temos que entender se a empresa é séria, pesquisar muitos e ter bastante cuidado com os contatos que for fazer. Tive muito medo de ser sequestrada ou ser mais um vítima do tráfico humano, afinal, a gente vê cada notícia hoje em dia que dá muito medo”.