O ex-vereador e secretário-geral do PL em Mato Grosso, Zé Márcio Guedes, procurou “colocar panos quentes” em uma crise interna no partido envolvendo o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, e o presidente regional da sigla, Ananias Filho.
Na semana passada, durante entrevista concedida em uma visita à Câmara de Vereadores de Rondonópolis, Ananias afirmou que não reconhecia um eventual projeto de candidatura estadual envolvendo o nome de Alessandra Ferreira, esposa do prefeito. Ele acrescentou que o PL teria apenas duas vagas para disputar cadeiras na Assembleia Legislativa pelo município e que os nomes cotados seriam o do vereador Paulo Schuh, atual presidente da Câmara, e das vereadoras Kalynka Meirelles e Luciana Abreu Horta, além do próprio Zé Márcio Guedes.

Segundo Guedes, houve uma interpretação equivocada das declarações de Ananias. Ele afirmou que o dirigente apenas disse que ainda não há definição e que a escolha será feita no momento certo.
O secretário-geral explicou que a estratégia do PL em limitar o número de candidaturas está relacionada à busca de representatividade em todas as regiões do Estado. “Não podemos ter candidaturas de menos e nem de mais”, resumiu.

Por outro lado, Guedes admitiu que falta comunicação entre o prefeito e o presidente regional do partido. “Falta conversa e diálogo entre eles, algo que pode ser resolvido sem qualquer problema”, avaliou.
Pré-candidato a deputado estadual, Zé Márcio Guedes disse que não se oporia ao nome de Alessandra. “Não tenho problema com candidatos. Sempre foi assim, estou acostumado a disputar em chapas fortes”, concluiu.





