Transporte por aplicativo, táxi ou motorista da rodada. Participantes do Braseiro optam por não dirigir

Organização do Festival Braseiro orientou os participantes que fossem beber, para não dirigir

Organização do Festival Braseiro orientou os participantes que fossem beber, para não dirigir

Transportes por aplicativo, táxis ou motoristas da rodada. Os participantes da 7ª edição do Festival Braseiro, realizado no último sábado (24), em Rondonópolis, preferiram esses meios para se deslocarem para o evento.

Em função de ser open bar de cerveja, o consumo de bebida alcoólica é elevado em eventos desse perfil. Atenta a questão, a organização do Festival Braseiro orienta em todas as edições para que os participantes optem por ir e voltar com motoristas de aplicativos de transporte privado, táxis ou motoristas da rodada, evitando beber e dirigir.

Para facilitar o acesso dos participantes no Villa Toscana Residencial, a organização disponibilizou na portaria do condomínio, 10 transfer até a entrada da festa. O serviço foi possível em função da parceria com a Domani.

Juntamente com um grupo de dez pessoas no Festival Braseiro, Marcelo Bandeira e Tatiane Pereira de Lima foram de Primavera do Leste até Rondonópolis para prestigiar o evento. “Estamos em um grupo grande que vieram de Primavera do Leste, Nova Mutum, para nos divertirmos no Braseiro. Sempre a gente conversa antes e define quem vai ser o motorista da rodada. Participamos da edição em Cuiabá também e fomos de Uber, mas hoje, a minha esposa está dirigindo. É importante ter consciência e responsabilidade, se divertir com saúde e não beber e dirigir”, disse Marcelo.

Sua esposa Tatiane Pereira lembrou que é fundamental para todos não beber e dirigir. “É importante curtir com segurança, vamos pegar a estrada após o evento e não se pode dirigir alcoolizado. Temos que ter segurança no trânsito”, comentou.

A bancária Ariane Frantes também foi a motorista da rodada no Festival Braseiro. “Temos que ter consciência, cuidar da nossa segurança e dos outros. Quase não bebo, mas em eventos como esse me coloco à disposição para ser motorista da rodada”, disse.

Já o seu esposo, Robson Frantes, que é médico veterinário, lembrou que independentemente do local onde está, as pessoas precisam ter consciência de não beber e dirigir. “É pensar na nossa segurança e dos demais condutores. Viemos para aproveitar a festa com tranquilidade e por isso conversamos para ter motoristas da rodada”, afirmou.

Já Raildo Pezão, morador de Rondonópolis, optou por pegar uma corrida de transporte por aplicativo. “Vim de Uber porque queria tomar cerveja. Para evitar acidentes, como álcool e volante não combinam, tive a consciência de pegar um Uber. É melhor para mim e para outras pessoas. Também gostei do apoio que a organização deu, pois na entrada do evento, tinham carros esperando a gente para nos trazer na porta do evento. Foi sensacional o apoio”, agradeceu.

FESTIVAL BRASEIRO

Foram consumidas 5,3 toneladas de carne em 56 estações de alimentação por 3,5 mil pessoas. Todo lucro obtido será revertido para 13 instituições filantrópicas beneficentes.

Na 7ª edição, mais de 350 churrasqueiros voluntários participaram e mais 150 voluntários em diversas áreas, como na portaria, nos bares e no recolhimento de resíduos recicláveis.

Foram sete horas de serviço ilimitado nas 56 estações de carnes e acompanhamentos, além de acesso ao bar (cerveja, refrigerante e água) e seis atrações musicais diferentes em dois palcos simultâneos.

O palco central teve três atrações, a dupla Denner e Douglas com o sertanejo universitário, a banda paulista, O Bardo e o Banjo, que tocou folk, bluegrass e capiria, além da Allane Carvalho de Sinop, que comandou o pop rock. O palco dois também teve três atrações, o Marquinhos com sertanejo e moda de viola. A banda Red River, nascida em Rondonópolis com os clássicos do rock e o Jarbas que tocou MPB no festival.

As 13 instituições de Rondonópolis beneficiadas são: Lar Cristão, Santa Casa, Lar dos Idosos, Louis Braile, Rotary – Vila Operária, Casa do Adolescente, Associação Boa Semente, Associação Laura Vicunha, Unidade Municipal Jonas Cavalvanti (UMEI), Associação Rondonopolitana de Deficientes Visuais (ARDV), Associação de Pacientes Oncológicos de Rondonópolis (APOR), Paróquia São Domingos Savio – Restauração Recanto Fraterno, Associação Rondonopolitana de Pessoas com Transtorno Autista (ARPTA).