Durante o lançamento da campanha da candidata a deputada federal Marildes (PSB) em Rondonópolis, o governador e candidato à reeleição Pedro Taques (PSDB) enumerou obras e ações realizadas no município, entre elas, a realização de um antigo sonho que era a instalação da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) na cidade.
A unidade que deve se tornar um campus oferece hoje os cursos de Letras, Ciências da Computação e Direito. Taques deve lançar oficialmente o comitê de campanha na região Sul no dia 4 de setembro.
“Nossa administração tem obras e serviços importantes em Rondonópolis. A vinda da Unemat para a cidade, com três cursos inclusive o de Direito que teve aula inaugural na semana passada, é algo que me orgulha”.
“Reformamos a escola técnica, a Escola Militar que vai funcionar o Oratório do Padre Danilo, inauguramos o Ganha Tempo, temos a obra do Córrego do Canivete, a recuperação da Rodovia do Peixe, a nova estrutura da Politec”.
“Nove mil pessoas passaram por cirurgias oftalmológicas durante a Caravana da Transformação, que atendeu os mais simples e os mais humildes. Voltamos nossa atenção ao município”, destacou Taques.
O governador reconheceu que precisa investir mais em saúde, além do que já realizou no município. Nesta gestão, houve aumento de 31 para 71 o número de UTIs na cidade e o Hospital Regional passará por uma reforma.
Uma das maiores cobranças agora é a construção de uma ponte na avenida W11, obra esta, que segundo a Prefeitura de Rondonópolis já está sendo montado o canteiro de obras para começar os trabalhos.
Miséria e Mudanças – Agente comunitária de saúde há 18 anos, Maria Madalena Batista Silva assistiu a mudança na vida da comunidade onde ela acompanha a saúde das famílias.
“O governador fez diferença! O Pró-Família teve impacto muito grande. Cem reais por mês fazem muita diferença aos mais simples. Tinha família que só comia arroz porque não tinha outra coisa para comer. Hoje não, a gente pode orientar porque essa família tem fruta, verdura, uma carne, melhorou bastante”.
Maria Madalena diz que além de corrigir a deficiência alimentar, pessoas que não tinham renda e trabalho passaram a ser acompanhadas e inseridas em cursos de qualificação. O monitoramento deixou de ser apenas para a saúde.





