Rondonópolis vive um momento bastante preocupante com relação às doenças que são transmitidas pelos mosquitos aedes aegypti e palha. O início do período chuvoso, combinado com o problema dos terrenos baldios, lixo irregular, áreas públicas mal cuidadas e moradores que insistem em não cuidar dos seus quintais, torna tudo mais perigoso.
Além das duas mortes de crianças por leishmaniose visceral, doença transmitida pelo mosquita palha, os casos de dengue e febre chicungunya, doenças transmitidas pelo aedes aegypti, estão ‘explodindo’.
No último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES), publicado antentem (05), os dados mostram que subiu para 498 os casos de dengue e para 561 os casos de chikungunya registrados em Rondonópolis neste ano de 2024.
A Secretaria Municipal de Saúde tem realizado ações e reforçado o trabalho nas ruas, mas tem encontrado dificuldades. Para se ter uma ideia, em uma visita de rotina no Parque Sagrada Família das equipes de Vigilância Epidemiológica, em área residencial, foram percorridas três quadras e somente dois moradores atenderam as equipes.
Quatro recusaram o atendimento e nas demais casas ninguém foi localizado. As equipes tentavam mapear animais com leishmaniose e assim orientar sobre a prevenção da doença, que é transmitida aos humanos após uma fêmea do mosquito palha picar um animal infectado.





