O polêmico projeto de Lei que cria a autarquia municipal do transporte coletivo deverá passar pelo crivo dos vereadores de Rondonópolis, na sessão ordinária da próxima quarta-feira (25). Na sessão de ontem (18), o vereador líder do prefeito, Reginaldo dos Santos (SD) cobrou da mesa diretora a entrada da proposta na ordem do dia.
A medida passou por dois pedidos de vista e ainda teve uma uma análise técnica de um grupo de estudos da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) sobre o assunto apresentado aos vereadores.
A ideia de se criar uma empresa municipal de transporte coletivo partiu do prefeito Zé Carlos do Pátio (SD) que atualmente mantém um contrato precário com a empresa Cidade de Pedra.
Entre as gestões de Percival Muniz e Zé Carlos do Pátio houve seis tentativas, todas frustradas de contratar, uma nova empresa para operar o sistema na cidade.
Por outro lado, uma autarquia municipal, projeto do Poder Executivo, que tramita na Câmara, poderá ter um custo mensal de R$ 3 milhões.
Esta avaliação leva em conta a circulação de 50 ônibus com o trabalho dividido em três turnos.
Por outro lado, a perspectiva de arrecadação com passagens chega, no atual cenário, a no máximo, R$ 900 mil.





