Programa Criança Feliz começa a ser implementado em Rondonópolis

Programa Criança Feliz começa a ser implementado em Rondonópolis

Para dar início às ações do Programa Criança Feliz em Rondonópolis, aconteceu nessa quarta-feira (20), no Centro de Esportes e Artes Unificado (CEU), uma palestra com orientações preliminares para as estagiárias e as supervisoras dos sete Centros de Referência e Assistência Social (Cras) do município. As orientações foram passadas pelas representantes da Secretaria de Estado e Assistência Social (Setas), Luciana Alves Rodrigues e Carla Cristina da Silva.

Implementado em Mato Grosso em 2017, o Programa do Governo Federal Criança Feliz é coordenado pela Setas e, além da participação da assistência social, integra ações de educação, saúde, justiça e direitos humanos com vistas a dar apoio e acompanhamento ao desenvolvimento infantil na primeira infância, que vai de zero a seis anos. Dessa maneira, abarca gestantes, crianças de até três anos e as famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, além de crianças de até seis anos e famílias que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e, ainda, aquelas com até seis anos que estão privadas do convívio familiar por questão de medida protetiva.

Visitas domiciliares, qualificação da oferta dos serviços socioassistenciais e de acolhimento e fortalecimento da intersetorialidade e da articulação de rede são algumas das atribuições da assistência social relacionadas ao Criança Feliz. “O município aderiu a esse programa federal e começa a executá-lo agora. Em Rondonópolis, nós incluímos na programação o atendimento a aldeias indígenas. E esse treinamento é sobre o papel da assistência social nas visitas domiciliares”, expõe a secretária de Promoção e Assistência Social, Márcia Rotili.

Luciana ressalta que, ao realizarem as visitas domiciliares, as estagiárias identificam as principais demandas do grupo familiar: “As visitadoras são um olhar sensível para perceber do que a família precisa. Após as visitas, elas transmitem essa informações às suas supervisoras para que elas possam dar os devidos encaminhamentos de forma que o Cras possa suprir as necessidades observadas”.

A partir da próxima semana, segundo Márcia, as estagiárias do Cras começam a realizar as visitas domiciliares.