A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármem Lúcia, negou um Habeas Corpus e manteve a prisão de uma mulher, de Rondonópolis, que presidiu a Associação dos Familiares e Amigos de Recuperandos (AFAR).
Ela está presa desde setembro de 2024, após uma operação de Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), suspeita de integrar organização criminosa e também lavagem de dinheiro.
Após ter a liberdade negada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), a defesa apelou ao STF alegando que a ré é primária, mãe de duas crianças e que precisa cuidar das crianças.
Em sua decisão, a ministra manteve a prisão com a justificativa de não existir ilegalidade e da não comprovação por parte da ex-presidente da AFAR de ser a única responsável pelas crianças.





