Medeiros discute no BNDES financiamento para retomadas de obras das BRs 163 e 364

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Medeiros discute no BNDES financiamento para retomadas de obras das BRs 163 e 364

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A concessão de financiamento para a retomada das obras das BRs 163 e 364 será tema de reunião proposta pelo senador José Medeiros (PSD-MT) que acontece nesta quarta-feira (14.06) com o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Paulo Rabello, e os parlamentares da bancada federal de Mato Grosso.

“Nossa luta é para que essas estradas estejam concluídas. Esse é o sonho de todo mato-grossense. O BNDES deveria emprestar o dinheiro para a conclusão da obra, mas reteve os recursos. Obanco tem disponível mais de R$ 150 bilhões para investimentos e essa obra usaria menos que R$ 2 bilhões. Então, nossa esperança é a de que o novo presidente esteja sensível a este nosso pedido”, destacou.

Em Plenário e nas comissões, Medeiros constantemente tem lamentado as dificuldades enfrentadas pelos grandes, médios e pequenos produtores para o escoamento da produção do estado. Segundo o senador, o estado tem cidades que ficam a 1.400 quilômetros da capital, Cuiabá, e que, devido às más condições das estradas, os produtos chegam a custar o dobro do preço dos concorrentes. Além disso, segundo o senador, são muitos os acidentes que deixam centenas de mortes todos os anos.

O senador lembrou ainda que o estado depende dessas rodovias, que em determinado trecho se sobrepõem e se tornam praticamente o cinturão do Brasil, por onde quem vem do Sul e Sudeste indo aos estados do Norte brasileiro tem que, necessariamente, passar por Mato Grosso. Ele lembrou também que houve a iniciativa, por parte do governo federal, de conceder para a iniciativa privada a duplicação das estradas, com a promessa de participação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

“Lamentavelmente, a contrapartida do DNIT não ocorreu e agora os motoristas que passam nessas estradas, além de sofrer com as pistas esburacadas, ainda tem que pagar pedágio. O pior é que a duplicação prometida não foi concluída”, disseMedeirosque chegou a manifestar sua saída da base do governo Temer caso não fossem apresentadas saídas para resolver o problema.

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