O estado de Mato Grosso tem enfrentado temperaturas extremas no início de setembro e, mais uma vez, aparece como o mais quente do Brasil. Nesta quinta-feira (4), Cuiabá registrou 41°C, de acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), sendo a cidade mais quente do país no dia.
Na sequência aparecem Diamantino (40°C) e Rosário Oeste (39,4°C). Dos dez municípios com temperaturas mais altas registradas no Brasil, sete estão em Mato Grosso.
As 10 cidades mais quentes do país nesta quinta (4)
- Cuiabá (MT) – 41°C
- Diamantino (MT) – 40°C
- Rosário Oeste (MT) – 39,4°C
- Rondonópolis (MT) – 39,3°C
- Coxim (MS) – 39°C
- Santo Antônio de Leverger (MT) – 39°C
- Corumbá (MS) – 38,9°C
- São José do Rio Claro (MT) – 38,9°C
- Porto Nacional (TO) – 38,7°C
- Salto do Céu (MT) – 38,6°C
Baixa umidade preocupa
Além do calor extremo, a baixa umidade do ar agrava a situação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é que a umidade relativa fique em torno de 60%. Porém, nesta quinta-feira, várias cidades de Mato Grosso registraram índices abaixo de 20%, considerados de risco à saúde.
Cidades de MT com umidade abaixo de 20%:
- Rosário Oeste – 14%
- Campo Verde – 15%
- Guiratinga – 16%
- São José do Rio Claro – 16%
- Alto Araguaia – 17%
- Paranatinga – 17%
- Santo Antônio do Leste – 17%
- Alto Taquari – 18%
- Cuiabá – 18%
- Sinop – 18%
- Água Boa – 18%
- Gaúcha do Norte – 19%
- Nova Maringá – 19%
- Salto do Céu – 19%
Cuidados necessários neste período
Com temperaturas acima dos 40°C e baixa umidade do ar, especialistas recomendam atenção redobrada para evitar problemas respiratórios e de desidratação.
Medidas de prevenção:
- Beber bastante água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede.
- Evitar exposição ao sol nos horários mais quentes (entre 10h e 16h).
- Usar roupas leves, óculos escuros e protetor solar.
- Manter ambientes úmidos, utilizando toalhas molhadas, baldes com água ou umidificadores.
- Evitar atividades físicas intensas sob o sol forte.
- Procurar locais arejados e sombreados sempre que possível.
Grupos mais afetados
Os efeitos do calor intenso e da baixa umidade atingem principalmente:
- Crianças pequenas, que se desidratam com mais facilidade.
- Idosos, que têm menor percepção da sede e maior vulnerabilidade.
- Pessoas com doenças respiratórias (como asma e bronquite).
- Gestantes, devido ao maior esforço fisiológico do organismo.





