A Justiça condenou os quatro réus acusados da morte do sargento da Polícia Militar Djalma Aparecido da Silva, de 47 anos, assassinado a tiros no dia 22 de janeiro de 2024, em Pedra Preta. O julgamento foi realizado nesta semana, por meio do Tribunal do Júri, no município.
O sargento foi morto enquanto caminhava nas proximidades do ginásio de esportes da cidade. As investigações apontaram que o crime foi uma emboscada, praticada por suspeitos que estavam em um veículo. Os quatro envolvidos foram indiciados por homicídio qualificado e organização criminosa.
As penas aplicadas aos réus, somadas, ultrapassam um século de reclusão, refletindo a gravidade do crime analisado pelo Judiciário.
Paulo Ricardo da Silva Ferreira recebeu a maior condenação: 33 anos, sete meses e 20 dias de reclusão, além do pagamento de 97 dias-multa.
Luan da Silva Santos foi condenado a 24 anos, seis meses e 15 dias de reclusão, acrescidos de 45 dias-multa.
Já João Victor Procópio dos Santos foi sentenciado a 21 anos de reclusão, além de 45 dias-multa.
Por fim, Yan Michael Anchieta da Costa recebeu pena de 32 anos, 10 meses e 25 dias de reclusão.
O caso teve grande repercussão na região e a decisão judicial encerra uma das investigações criminais mais graves registradas em Pedra Preta nos últimos anos.





