Os jogos eletrônicos que começaram timidamente e de maneira até mesmo rudimentar no século passado, hoje são uma realidade e mais: jogadores ganharam status de profissionais com direito à público e torcida, em razão principalmente da explosão da internet de plataformas para acompanhamento.
No entanto, o Primeira Hora teve acesso a uma reportagem feita com Cláudio Godoi, psicólogo da Team Liquid, uma psiquiatra, streamers e jogadores profissionais para entender os limites entre o saudável e o nocivo do games. A publicação foi feita no blog da Betway e mostra de forma clara como o Mundo dos Games cresceu , se profissionalizou e virou uma tendência de volta.
A reportagem desmistifica algumas situações, mostra, por um lado, que existem transtornos de saúde em razão do game, mas não é regra e sim uma parcela pequena de casos, e mostra ainda uma outra esfera; que os games podem sim, melhorar algumas funções celebrais.
““Jogar é excelente para fortalecer vínculos de amizade, assim como ter um local seguro para encontrar seus amigos e ter uma atividade em comum. É muito utilizado como forma de aliviar o estresse e atividade de lazer que auxiliam na qualidade de vida. Há diversas pesquisas em como os jogos e videogames são benéficos para a promoção de saúde, seja no combate à obesidade, em jogos que exigem movimentação, até a utilização no tratamento de câncer, sendo usados como forma de desenvolver o paciente física e mentalmente no período de quimioterapia. É importante nos ater aos games como uma ferramenta que pode potencializar grandes benefícios”, destaca na reportagem Cláudio Godoi.
“A gente vê muitos jogadores, mesmo amadores, querendo trazer essa coisa assim: “Eu jogo 16 horas por dia”. Mas quanto você está utilizando disso? É a mesma coisa da gente pegar, por exemplo, um piloto de Fórmula 1 e um motorista de aplicativo. Às vezes, por exemplo, o motorista de aplicativo vai passar ali 12 horas por dia dirigindo, mas não necessariamente ele está evoluindo e refinando habilidade de dirigir como o piloto de Fórmula 1, que dirige menos horas por dia, mas com um treino focado em melhorar o tempo dele. É uma coisa que a gente chama de prática deliberativa. Você vai trazer o seu foco e atenção para tirar o máximo” – completou Claudio Godoi.
Os games viraram algo tão sério que as equipes que disputam competições têm grandes estruturas que vão desde a fisioterapeutas até mesmo treinadores.
Na verdade, os games viraram sim um verdadeiro esporte; em todos os sentidos desde o profissional até mesmo o talento natural dos jogadores para a prática.
Alguns jogadores, inclusive, já viraram celebridades, alguns reconhecidos em todo o planeta; devido à popularização dos games e de quem joga, aliado à força da Internet, principalmente do Youtube e do Facebook, que viraram com toda a certeza, os principais canais de divulgação dos jogos e também dos jogadores.





