Com as negociações entre EUA e Irã naufragando e sem um acordo sobre um controle do programa nuclear iraniano, Israel decidiu agir e já planejou dois “desenhos” de ataques.
O primeiro plano
A destruição de duas grandes usinas de enriquecimento de urânio – focados na produção do material físsil, que é considerado o “coração” da bomba nuclear. Um ataque desse atrasaria em anos o projeto da construção de armas de destruição em massa.
O segundo plano
Um ataque contra todas as usinas nucleares do Irã de uma vez e enterrar de vez todo o projeto nuclear.
As possíveis consequências
Analistas internacionais acreditam que o segundo plano seria uma declaração aberta e os dois países entrariam em guerra total e, com eles, o conflito envolveria todo o Oriente Médio. E com chances claras de virar uma guerra mundial.
Mais cedo hoje, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) concluiu que o Irã está violando seus compromissos nucleares. Seria a primeira vez em 20 anos.
Em resposta, o governo persa decidiu desafiar a comunidade internacional. Os aiatolás vão construir uma nova instalação de enriquecimento de urânio sem aprovação e regulamentação.
A guerra agora parece cada vez mais perto. Só a diplomacia – e Donald Trump – podem evitar o pior.





