A eleição do novo presidente da Câmara de Vereadores, Junior Mendonça (PT) acirrou os conflitos internos na Câmara de Vereadores, entre os vereadores de esquerda e direita e mais : mostrou que parte do movimento direitista dentro da Câmara estaria rechado.
O motivo foram os votos da vereadora Kalynka Meirelles (Republicanos), Jonas Rodrigues (SD) e Cido Silva. Os três ao votarem contra a chapa de Júnior, deram explicações semelhantes: não concordam com o perfil ideológico do presidente eleito, em outras palavras não votaram em Júnior, pelo fato dele ser filiado ao PT e poderia haver desgaste entre os eleitores de direita.
Os discursos colocaram em cheque outros vereadores direitistas que votaram em Júnior. Carlos Guinancio (PSDB), Kaza Grande (DC), José Felipe (Podemos), Alikson Reis (DC) e Odair Moura (UB). Fora isso, a ausência dos titulares Paulo Schuh e Marisvaldo Gonçalves, que também são bolsonaristas passou a ser questionadas em grupos de direita.
No entanto, Paulo Schuh está de licença e acompanhando o tratamento médico do seu pai e Marisvaldo havia declarado, antes mesmo da eleição da mesa diretora que voltaria à Câmara no final de novembro ou início de dezembro.
Em entrevista, coletiva Júnior Mendonça colocou panos quentes na questão. “Trata-se de um chapa e um grupo plural, que tem espaço para todas as ideologias e pensamentos, sempre fomos abertos, respeito a decisão de quem votou contra”, resumiu.





