Edmundo González afirmou nesta quarta-feira (18) que foi forçado a assinar uma carta aceitando uma decisão do Tribunal Superior de Justiça da Venezuela, que reconhecia a vitória de Maduro como presidente do país. A carta, assinada pelo candidato da oposição, permitiu que ele deixasse o país em direção à Espanha no dia 8 de setembro.
González disse que foi visitado por membros do governo Maduro na embaixada espanhola em Caracas, onde estava escondido em meio a perseguições, e recebeu um ultimato. Após isso, ele pediu asilo político na Espanha, onde permanece atualmente.
De acordo com González, a assinatura ocorreu sob coação, e ele afirmou que o documento “está viciado e tem nulidade absoluta, devido a um grave vício no consentimento”.





