Um vídeo divulgado pela defesa do adolescente suspeito pela morte do cachorro Orelha trouxe novos elementos à investigação policial. As imagens mostram o cão caminhando aparentemente bem na manhã de 4 de janeiro, horas após o suposto espancamento ocorrido na madrugada. A Polícia Civil afirma que as agressões aconteceram antes das filmagens.
A delegada do caso, Mardjoli Valcareggi, esclareceu que o animal foi levado ao veterinário apenas no dia seguinte. Segundo o laudo técnico, as lesões evoluíram ao longo de dois dias, causando a morte do cão. Agora, o Ministério Público vai decidir sobre a representação criminal contra o adolescente.





