A candidata ao Senado pelo Patriota mato-grossense, coronel Fernanda se diz favorável à mudança tributária em função dos impactos diretos na vida da população.
“Estou cansada de ver o cidadão honesto ser assalto pelo Estado, pagando impostos altíssimos, como se tivesse na mesma condição econômica dos afortunados. Hoje, devido à elevada taxação tributária, o proprietário de uma pequena empresa é incapaz de ter um funcionário, graças ao alto custo previdenciário que é gerado para mantê-lo, o resultado disso é o desemprego de milhares de trabalhadores, o que não podemos tolerar mais”, argumenta ela.
A exemplo do presidente Jair Bolsonaro, a militar deseja a desoneração de impostos e defende três pilares fundamentais para que a economia brasileira ganhe força e cresça.
São eles: a simplificação dos tributos, redução tributária e a tributação das grandes fortunas.
“Reforma tributária não é simples, como a população, eu sinto no bolso a onerosa carga tributária brasileira. Não podemos permitir que paguemos muito e os bancos, instituições que concentram os lucros mais vultosos no país, não sejam cobrados da forma correta e cobrem ainda de mim e de você como clientes, taxas abusivas e indevidas”, pontua a coronel.
Ela justifica que a simplificação dos impostos irá funcionar como meio para um ambiente financeiro mais competitivo e confiável, especialmente para o pequeno empreendor.
Coronel Fernanda ressalta que nas condições atuais, o estado só serve aos extremos da sociedade, com assistencialismo aos pobres e benefícios aos ricos e quem paga essa conta é o produtor rural de pequeno e médio portes, o micro e pequeno empresários, são aqueles que geram empregos.
“É papel do estado incentivar o empreendedorismo e não inibir como tem feito hoje. O estado tem a função de servir ao cidadão e não ser servido por ele. Vamos fazer uma reforma tributária decente, que se consegue empreender”, destaca.
Outra defesa fervorosa de Fernanda é quanto à redução tributária para a geração de emprego e renda.
“De forma prática enxergo que uma empresa pequena que emprega cinco pessoas hoje, se houver a redução de tributos, conseguirá em pouco tempo empregar dez trabalhadores. Quando falo de reforma da tributação, não penso apenas no empreendedor, mas também de quem precisa do trabalho para sobreviver”, enfatiza.
Em andamento
Em julho deste ano, o ministro da Economia, Paulo Guedes, entregou em mãos aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a proposta do governo que institui a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), imposto que substituirá o PIS/Pasep e a Cofins.
A propositura será incorporada à tramitação das duas iniciativas que já estão em andamento a PEC 45/2019 (Câmara dos Deputados) e PEC 110/2019 (Senado Federal).





