Mais cinco suspeitos de terem participado do roubo de joias do Museu do Louvre, em Paris, foram presos na quarta-feira (29). Um deles seria um dos ladrões e foi identificado por meio de DNA.
“Essas prisões já foram efetuadas. Elas ocorreram em Paris e arredores, particularmente no 93º departamento”, disse a procuradora de Paris, Laure Beccuau, a uma rádio francesa, nesta quinta-feira (30). “Temos provas de DNA que o ligam ao roubo. Ele era um dos suspeitos que tínhamos em vista”, acrescentou.
Outras duas pessoas, suspeitas de participação no crime, já tinham sido presas. Segundo Beccuau, eles assumiram a participação no roubo, no entanto, as novas prisões não foram feitas com base em depoimento deles. As joias ainda não foram recuperadas.
O assalto aconteceu no último dia 19, por volta das 9h30, logo após o museu abrir. Quatro suspeitos chegaram em motonetas e usaram um elevador mecânico montado em um veículo para acessar uma varanda que dá para a Galeria Apollo, onde estavam as joias. Dois deles entraram cortando uma janela com ferramentas elétricas, ameaçaram os guardas, destruíram vitrines e recolheram os itens antes de fugir em scooters em direção a uma rodovia próxima.
As joias são avaliadas em US$ 100 milhões e estavam na galeria Apollo do Museu do Louvre.





