Briga por vaga no Senado pode colocar três de Rondonópolis na disputa

Pedido de empréstimo de Mato Grosso será lido no Senado Federal nesta terça-feira
Plenário do Senado Federal - Foto por: Roque de Sá/Agência Senado



Pelos menos três candidatos com domicilio eleitoral em Rondonópolis podem entrar na disputa por uma cadeira no Senado Federal, caso a senadora Selma Arruda seja realmente cassada.

Selma trocou o PSL pelo Podemos recorre de uma cassação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), onde é acusada de caixa dois e abuso de Poder. O recurso da senadora está sobe análise do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pretende até o mês de outubro julgar essa situação.

O deputado federal Carlos Bezerra (MDB) que tem base eleitoral no município declarou que o partido pode disputar a cadeira e entre os nomes colocados está o dele, o da ex-deputada Teté Bezerra e do deputado federal Juarez Costa que tem domicilio eleitoral em Sinop.

O ex-prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (PRB) também pode entrar na disputa. Sachetti estaria trabalhando uma frente junto ao agronegócio com o seu nome como candidato. Nas eleições de 2016, ele tentou, sem sucesso uma cadeira no senado e acabou sendo derrotado pela própria Selma e por Jayme Campos que ficou com a outra vaga que estava em disputa.

O deputado federal José Medeiros (Podemos) também pode ser candidato. No caso, Medeiros que foi senador na Legislatura passada seria o chamado candidato da direita e que teria apoio garantido do grupo ligado ao presidente Bolsonaro.

Na legislatura passada, a cidade teve três senadores: o próprio Medeiros, Blairo Maggi (PR) e Wellington Fagundes (PR). Nesta legislatura, apenas Fagundes permaneceu, Selma e Jayme Campos representam a baixada cuiabana, no caso Cuiabá e Várzea Grande, respectivamente.

ASSEMBLEIA- A deputado Janaína Riva (MDB) disse ontem à imprensa cuiabana, que a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, pode lançar também um nome de consenso. Entre os cotados para disputa estaria o presidente casa Eduardo Botelho (DEM), o primeiro secretário Max Russi (PSB) e Dilmar Dal Bosco (DEM).