O delegado João Paulo Ferreira Mendes detalhou, durante entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira (28), as evidências do assassinato da corretora Daiane Souza. O corpo da vítima, que estava desaparecida havia mais de um mês, foi encontrado em uma área de mata.
O síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, e seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos na madrugada sob suspeita de envolvimento no crime. Os dois confessaram o homicídio à polícia.
“Foi um ato de oito minutos. Alguns pontos chamaram muita atenção, que é o fato de desligar o registro de energia, que é uma prática que o síndico já tinha. Em outros casos, testemunhos já relataram em fatos similares a esse, que tiveram atrito com o síndico, com o senhor Cléber, e por ele não poder participar de uma reunião, ele foi lá e desligou o distribuidor do prédio”, disse o delegado.
Mendes também reiterou que, após a apresentação das provas que levaram à prisão do síndico, ele passou a demonstrar colaboração com a investigação. O delegado também explicou que o suspeito já conhecia a região onde o corpo de Daiane foi enterrado.
“Após ele tomar conhecimento das provas, ele já entra no estado colaborativo, ele se dispõe a apresentar onde estava o corpo, que já começa a fechar ainda mais esse arcabouço provatório, no sentido de que aquela região onde ele desenvolve, a região de mata, ali para Catalão, ele nos leva para aquela região, aponta onde está o corpo, ele já conhecia aquela estrada”, explicou Mendes.





