Deputada Marildes apresenta projeto para poder público fornecer fone antirruído para autistas melhorarem qualidade de vida

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Lucas Perrone

Deputada Marildes apresenta projeto para poder público fornecer fone antirruído para autistas melhorarem qualidade de vida

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A  deputada Marildes Ferreira (PSB) atua no mandato com mais uma iniciativa social. Ela apresentou Projeto de Lei para o poder público estadual fornecer fone antirruído para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Estado de Mato Grosso.
A deputada exerce o mandato devido à licença médica do titular, deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB).
“É um projeto pensado com bastante cuidado, porque nós temos uma vulnerabilidade social também de muitos pacientes autistas. E nós sabemos que o barulho é um grande incômodo para os autistas”, justificou a deputada sobre a importância do projeto.
“O meu tempo aqui na Assembleia Legislativa é pouco, mas ficará aos cuidados de Vossas Excelências para pensar com muito carinho os projetos que deixarei aqui”, reforçou deputada Marildes sobre a atenção dos deputados às suas propostas.
A parlamentar explica que o fone antirruído é o equipamento adequado e indicado pelo profissional da saúde competente. A finalidade é auxiliar na qualidade de vida das pessoas portadoras do TEA, para que elas não sejam submetidas a incômodos sensoriais em função da sua sensibilidade auditiva.
“Essa característica está presente na vida das crianças, adolescentes e até mesmo adultos. Essa condição não significa escutar mais, mas sim, se incomodar com ruídos, sons e barulhos que ocasionam estresse e irritação”, observa a deputada Marildes Ferreira.

Mãos aos ouvidos

Outra situação comum aos autistas, diz a deputada, é eles taparem o ouvido para evitar ruidos e barulhos.
“As crianças que têm algum diagnóstico do TEA ou outras comorbidades, utilizam as mãos para obstruir a entrada do som nos ouvidos com gestos de inquietação e incômodo. Sons do dia a dia, como televisão, eletrodomésticos e automóveis”, exemplifica a deputada Marildes.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) calcula que há 70 milhões de pessoas com autismo (TEA) no mundo. Do total, 2 milhões no Brasil. Estima-se que uma em cada 88 crianças com prevalência cinco vezes maior em meninos.

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