PH ENTREVISTA- Thiago diz que sofreu complô de adversários em 2024, se revela fã de Tarcísio e afirma que vai tentar nova eleição à AL no ano que vem

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Lucas Franco Perrone- Primeira Hora

Parlamentar foi entrevistado na redação do Primeira Hora

PH ENTREVISTA- Thiago diz que sofreu complô de adversários em 2024, se revela fã de Tarcísio e afirma que vai tentar nova eleição à AL no ano que vem

Deputado é o segundo entrevistado da série Primeira Hora Entrevista

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Thiago Alexandre Rodrigues da  Silva nasceu em Rondonópolis, em 1982. Desde a infância acompanha a política, primeiro ao lado do seu pai, um dos mais conhecidos nomes do movimento comunitário de Rondonópolis, Joaquim Silva.

Ao lado do pai, ele conheceu a política e se filou ao MDB.

Joaquim Silva foi nome forte no governo Rogério Salles e respeitado por diversas lideranças.

É casado com Eliane Silva e pai de Gabriel e Júlia.

Formou-se em Ciências Econômicas e fez pós-graduação em Administração Pública e Gerência de Cidades, Ciência Política, Engenharia da Produção, MBA em Gestão Estratégica de Negócios e MBA em Marketing.

Na carreira profissional, atuou como economista no Grupo AMAGGI, na multinacional ADM do Brasil, na Prefeitura de Rondonópolis, onde assumiu o cargo de Gerente de Planejamento e Fomento à Micro e Pequenas Empresas e, também, trabalhou como professor universitário na Universidade de Cuiabá (Unic).

Thiago dizia que sonhava em ser cantor, e pensou em ser jornalista, mas no final decidiu ser economista e por último político.

Com um perfil conciliador , que herdou do pai, Thiago teve uma carreira meteórica, saindo da presidente de bairro em 2009, quando venceu as eleições para os bairros: Eldorado, Mirassol, Santa Fé e Copacabana, chegando à Assembleia em um período inferior a dez anos.

Na AL; se destacou e foi reeleito em 2022,

No ano passado, ele tentou sem sucesso conquistar o seu maior projeto político, que era ser prefeito.

Ele foi recebido na redação do Primeira Hora, onde abriu o seu coração, avaliou o prefeito Cláudio, disparou contra o ex-prefeito Zé do Pátio e se declarou fã do governador de São Paulo, Tarcísio Freitas

Thiago você disputou eleições desde de 2009 (presidente de bairro) e perder apenas essa última eleição; O que senhor acha que aconteceu, que resultou no resultado final?

Olha, Lucas, eu acho que foi uma eleição que a gente foi vítima da narrativa, né? Diretamente eles se uniram, né? Contra a minha pessoa, né? Contra o projeto que a gente vinha construindo.

A gente tinha o melhor projeto para a cidade. A gente se preparou; Para colocar o nome da gente como candidato. Depois de ter feito todo esse trabalho como Presidente do bairro, vereador por dois mandatos e dois mandatos de deputado estadual.

A gente se preparou para construir um plano de governo realmente que conversou com todos os segmentos da cidade, desde o movimento comunitário, movimento empresarial, movimento industrial, área da saúde, área da educação. Tivemos a oportunidade de ouvir todos. E eu acho que qual foi o erro na condução? O que aconteceu? Foi uma eleição de narrativas, né? Nós tínhamos três candidatos. O candidato do prefeito (Ex-prefeito Zé Carlos do Pátio, que lançou como candidato o ex-diretor do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear)) , o prefeito de forma muito leviana e covarde, fazendo todo tipo de ataques. Você percebia que ele não estava preocupado com o outro candidato.

Esses ataques do prefeito você acha que acabou prejudicando você e não o outro?

 É, eu acho que esses ataques foram para mim;  Eu acho que já estava tudo combinado. Eu acho que já era um jogo combinado.

 Eu percebi isso em alguns momentos. Até naquele último debate que eu participei da Rede Globo, que na hora do intervalo o marqueteiro do candidato do prefeito unia com os dois candidatos.

Então, eu acho que em todo momento você percebia que o candidato, o Cláudio, ele fazia as críticas na gestão, mas o Zé não atacava o Cláudio. O Zé atacava o Thiago.

De forma covarde, de forma leviana. Então, eu vi um jogo combinado ali para que eu não conseguisse ser eleito prefeito de Rondonópolis.

Então, eu acho que uma razão foi essa. E do outro lado, o Cláudio com a narrativa, uma narrativa mentirosa nessa questão de direita e esquerda. Eu que sou um cristão, cresci na igreja, tenho perfil de direita.

Deputado diz que em debate candidatos se uniram contra ele

Você acha que isso influenciou no resultado?

 Ah, influenciou, influenciou. Eu acho que isso foi o principal motivo da eleição.

Você acha que o eleitor comprou essa ideia?

É, comprou. Eu acho que a comunicação dele foi mais eficiente e acabou comprando. E foi uma narrativa que não é verdadeira. Primeiro, quem me conhece sabe;  O meu posicionamento como parlamentar, como homem  público, sempre foi mais para defender as portas dos valores cristãos, da direita lá no parlamento, por ser um cristão.

Então, eu sempre defendi essas pautas.  E assim, foi uma narrativa; Não só aqui em Rondonópolis, mas em vários outros municípios.

 Talvez se você estivesse em um partido como Republicanos, num partido diferente da MDB, poderia ter mudado também essa narrativa?

 Sim. Não grudaria, vou dizer assim, foi uma narrativa que muita gente usou; Que funcionou aqui. Você vê em São Paulo, o Bolsonaro apoiou o candidato da MDB (Ricardo Nunes, prefeito eleito) .Então, isso realmente foi uma estratégia que eles usaram,  que funcionou e que muita gente acabou comprando. E que você vê que não é verdadeira.

A partir do momento que ele falava que é a mudança de verdade, você vê que a atual gestão… A gente não vê toda essa mudança de verdade? A gente vê pessoas que participaram da gestão do Percival, pessoas que participaram da gestão do Zé;  Do Zé do Pátio.

Então, ele mudou ali. O secretariado tem 4 ou 5 ali que nunca participaram de gestão. O restante, os secretários ali juntos, são todas pessoas que participaram nesses últimos 20, 30 anos da gestão pública.

Então, foi uma narrativa que eles criaram de forma muito eficiente que hoje a gente vê não condiz com o que eles venderam para a população.

Thiago disse que em 2020 preferiu dar continuidade ao seu mandato

Fazendo um exercício aí, em 2020, já se falava do seu nome como candidato. O senhor acha que se você tivesse disputado em 2020, estaria fortalecido em 2024?

 Olha, muita gente fala que eu deveria ter sido candidato porque já aparecia nas pesquisas empatado com o Zé do Pátio. Mas, assim, eu entendi que eu tinha que cumprir o primeiro mandato de deputado.

Porque eu tinha só um ano e poucos meses, quase menos de dois anos como deputado estadual.

Então, eu tinha a obrigação de cumprir. Eu tive votos em vários municípios aqui da região de Rondonópolis, um pouco na região da Araguaia, ali na Baixada Cuiabana.

 Então, eu via que eu tinha essa obrigação de cumprir o meu primeiro mandato.

Eu acho que, assim, tem muitos candidatos, quefazer isso. O próprio candidato que foi eleito, ele fez essa estratégia.

Foi candidato. Massifica o nome para outra eleição.

Eu fui cobrado do partido para ser candidato e de muitas lideranças da cidade para apresentar um projeto novo, mas eu não estava realmente com vontade naquele momento, nem com o desejo de colocar o meu nome, até pela obrigação de cumprir o meu primeiro mandato de deputado.

 Tiago, você é uma liderança que em 2012 saiu da Câmara, em 2016 foi releito e em 2018 foi para a Assembleia. Quebrando um tabu de 20 anos, né? Porque, hoje, sair da Câmara e ir para a Assembleia é muito difícil. O que você acha que você fez de diferente dos outros para sair da Câmara e ir para a Assembleia?

 Olha, eu acho que foi o trabalho que eu faço nas comunidades. Eu sempre fui um parlamentar muito trabalhador, de estar muito próximo. De ir muito dentro das associações de morador, das igrejas, conversando com a população.

Acho que esse contato, esse trabalho transparente, esse trabalho de resultado, de estar ouvindo as pessoas, de estar dialogando, de estar colocando no lugar das pessoas, de fazer com que, realmente, o cidadão sinta-se representado. E ser uma pessoa muito acessível. Quem me conhece sabe que eu sempre fui um parlamentar muito acessível.

Você acha que o movimento comunitário ajudou você nesse posicionamento político?

Talvez não as lideranças do movimento comunitário. Eu tive apoio de vários, mas nem todos. Mas, assim, o trabalho do movimento, sim.

O fato de você ter nascido no movimento comunitário. Sim, sim. Acho que essa essência de fazer essa política no bairro, ouvindo as pessoas, ajudou muito.

O trabalho comunitário acabou ajudando muito. E eu sempre valorizei e vou continuar fazendo esse trabalho, porque é assim que eu aprendi a fazer política.

 Do Thiago, do primeiro mandato de deputado para o Thiago do segundo, mudou muito?

Olha, se mudou, mudou pouca coisa.

Eu procuro trabalhar muito. O primeiro mandato você entra com muitas ideias, com muitas coisas para apresentar para a população. Eu tenho buscado também ser um deputado muito propositivo, muito próximo da comunidade.

Mas não mudou muita coisa. Eu sempre busco ser a mesma pessoa, ser o mesmo parlamentar. Sempre buscando ali, realmente, que as pessoas olhem em mim como um representante, que realmente luta pelos direitos, que defende a nossa cidade, que defende o nosso Estado.

Principalmente as pessoas mais carentes.

Thiago, qual seria o grande projeto que você desenvolveu na Assembleia, se você fosse enumerar um, por exemplo?

 Olha, eu acho que assim, a gente, esses seis anos de deputado estadual, quando eu fui eleito deputado, a minha grande bandeira foi a educação. Sem sombra de dúvida, eu sou apaixonado pela educação, acredito muito na educação.

São três bandeiras que eu trabalho de forma muito forte. Que é a educação, a agricultura familiar, até mesmo pelo trabalho que o partido sempre fez, a saúde e agora recentemente o esporte. Mas eu acredito que razão, do momento que nós atravessamos, principalmente nesse momento de pandemia, a gente trabalhou muito pela saúde.

Então, se você for em cada canto do estado de Mato Grosso, tem uma marca do Thiago lá, ajudando o município, ajudando a comunidade na área da saúde. Então, eu acho que a saúde, sem sombra de dúvida, foi um trabalho muito grande que a gente fez. A agricultura, eu acho que a grande marca, sem sombra de dúvida, foi a agricultura.

O que eu fiz como deputado nesses últimos anos, a Secretaria Municipal de Agricultura não fez aqui em Rondonópolis. Então, foram muitos investimentos, muitas patrulhas, muitos equipamentos, muitos postos artesianos que foram furados. E a educação, a gente trouxe vários projetos da Unemat aqui para Rondonópolis e para outros municípios.

Mas, acho que essas três áreas, não tem um projeto específico.

Eu posso citar aqui vários projetos.

Eu poderia citar aqui o projeto do FEF, que nós alteramos lá na Assembleia, onde os hospitais filantrópicos, principalmente aqui em Rondonópolis, os hospitais psiquiátricos passaram a ser contemplados com o FEF.

E hoje, com esse recurso, os hospitais estão sobrevivendo. Tem projetos voltados também para a agricultura familiar, um trabalho que nós fizemos para perfurar postos artesianos em todo o estado. Tem projetos aí na área da educação, que nós conseguimos levar qualificação para muitos jovens em todo o estado de Mato Grosso.

Então, acho que o deputado, dentro dessas áreas que eu falei aqui, a gente tem um trabalho e ações em todas elas, não somente um específico.

2026 está logo ali, como diria o outro. Qual é o projeto do Tiago para 2026? Disputar a reeleição na Assembleia?

 É o projeto, assim, eu fui convidado, não só pelo MDB, mas por outros partidos, para ser candidato a outros cargos, até mesmo a deputado federal.

Mas o projeto, nesse momento, é ser candidato a reeleição do deputado estadual. Esse é o projeto.

Deputado diz que está à disposição do prefeito Cláudio

E disputar a prefeitura novamente, está na sua mente?

Olha, nesse momento, o meu foco é a eleição de deputado estadual.

Então, estou focado nisso e está nas mãos de Deus. Eu, sinceramente, sou muito feliz como deputado estadual, sou muito grato a Deus pela oportunidade de ser deputado na nossa cidade. Claro, acho que todo mundo tem um sonho de ser prefeito.

Acho que tem muita coisa que eu poderia fazer aqui na nossa cidade, pelo conhecimento que eu tenho, desde quando vim do movimento comunitário, como vereador, conheço a cidade, cada ponto da cidade, ando muito por toda a cidade. Então, sonho a gente tem, mas, assim, não tem aquela ganância de querer ser prefeito por todo custo.

Eu li uma pesquisa que, apesar de você ter perdido a eleição, você é o político mais conhecido de Rondonópolis depois do Zé do Patio. Então, seu nome ainda está na cabeça das pessoas?

A gente, até nas pesquisas, Lucas, todas as pesquisas que a gente viu, até na véspera da eleição, perguntava quem era o mais preparado, era o Thiago, quem iria ganhar a eleição. Então, a população acreditava muito na nossa eleição. E, conforme você falou nisso, o que se deu no resultado da eleição? Acho que o poderio econômico.

Eu disputei contra dois grandes projetos políticos, na verdade, ali. Um era a máquina pública, o Zé do Pátio com muita raiva, com estrutura, uma raiva que, até hoje, eu não entendo de onde o Zé do Pátio nutre tanta raiva da minha pessoa, porque eu só fiz o bem para ele. Quando eu fui vereador, só ajudei a cidade da gestão dele.

E, por outro lado, o Cláudio. Toda a equipe dele, com toda a estrutura, o poderio econômico muito grande. Então, assim, eu fui um sobrevivente de todo esse processo.

Então, assim, agora sobre o futuro, eu discuto da eleição certamente. A curto prazo, não penso nisso, projeto é a deputado

Como você avaliou a gestão do Zé do Pátio?

Olha, eu acho que a gestão do Zé do Pátio, o Rondonópolis poderia ter avançado mais.

Eu acho que a cidade deu uma estagnada. Fez obras, fez porque houve… Recursos. Houve muitos recursos.

Se você for comparar o orçamento per capita de Rondonópolis, é maior do que muitas cidades. Aqui em Mato Grosso, só perto da Mutum. E ganha de Presidente Prudente, ganha de Chapecó.

Cidades que têm a qualidade de vida é melhor do que Rondonópolis. Então, foi uma gestão que falhou muito na qualidade do serviço. A população reclamou muito da má qualidade do serviço.

Na parte industrial não houve avanço. Na parte industrial perdeu muito. E a questão do comportamento.

O Zé poderia hoje estar ocupando outros cargos, cargos maiores, mas a forma dele fazer política, eu acho que está um pouco ultrapassado.

E a gestão Mauro Mendes, como você avalia? O Mauro Mendes você acompanhou nos seus dois mandatos de deputado?

Sim, sim. O Mauro vem fazendo um grande trabalho. O Mauro, eu acho que ele organizou o Estado com apoio, claro, da Assembleia da Legislativa, senão não tinha conseguido.

Hoje o Estado está em pleno emprego, um dos Estados que mais cresce. Agora, recentemente, saiu um dado do IBGE, o Estado tem o menor índice de desemprego. Está fazendo muitas obras estruturantes, ponte, grandes avenidas, rodovias.

Isso faz com que o Estado possa avançar. A educação mesmo, está tendo uma revolução na educação, nas escolas.  

Mas assim, avaliando como um todo, o Mauro está fazendo um grande trabalho como governador e eu acredito que vai ficar na história.

Suas expectativas com relação à gestão do Claudio, quais são? Já não pode avaliar porque é muito cedo para avaliar, mas o que você está prospectando pela sua experiência na vivência do poder público e como político?

Olha, eu espero que ele faça diferente do Zé. Não adianta só falar, mas realmente ter atitudes do estadista, um prefeito que une a cidade, até agora eu não vi isso, um prefeito realmente que une a cidade, que dialogue com todos, que preocupa em realmente com que a cidade volta a ser protagonista do Estado de Mato Grosso e da região centro-oeste.

Uma gestão que realmente preocupa em melhorar a qualidade do serviço público, que preocupa em melhorar o serviço. Sem sombra de dúvida, acho que a cidade hoje, em termos de obras, de postos de saúde, escola está bem abastecida, o que falta é melhorar a qualidade. Então, assim, eu aguardo, espero que realmente tudo aquilo que foi prometido na campanha seja realizado e eu estou à disposição.

Já falei isso para ele como deputado, colocando a disposição e acho que ele não pode ser mais um Zé do Pátio.

. Você já conversou com ele como prefeito, já visitou ele na prefeitura?

Não, inclusive até, ele foi eleito dia 6, no dia 7 eu liguei para ele para parabenizar, não atendeu o telefone, mas depois eu, lá no plenário da Assembleia, coloquei a disposição dele, inclusive isso na tribuna, para ajudar o município.

Thiago, só para encerrar, Lula, qual que é a avaliação do Lula, do presidente da República?

Já que a gente já avaliou o prefeito anterior, o prefeito atual, o governador e o presidente, como que você vai avaliar? Você votou no Lula primeiro?

Não, eu votei nessas últimas eleições, eu votei no Bolsonaro. E eu vejo que a gestão do Lula está perdida, eu acho que o Lula está perdido, eu acho que os dois primeiros governos dele, foi um governo que foi melhor, teve mais resultados tanto na área econômica como na área social, mas eu vejo que agora está perdido, principalmente nessa área econômica, eu acho que o Brasil não está pior ainda, em razão do agronegócio, principalmente aqui no Mato Grosso, que vem liderando essa questão do pleno emprego, do crescimento econômico, então eu acho que precisa de dar uma virada de chave, eu acho que o Brasil precisa de além, eu vejo grandes nomes como o Tarcísio, como o Zema, o Ronaldo, mas eu acho que o grande nome é o Tarcísio, sem sombra de dúvida, o Tarcísio para o presidente, pelo preparo, pela experiência que ele tem.

E o Bolsonaro se fosse candidato?

 É o grande nome, é o grande nome, eu acho que hoje o Supremo Tribunal Federal, ele se tornou partidário, em razão das indicações políticas, eu acho que isso é um grande erro, eu acho que tem que ser por concurso público, ou por mérito. Virou um corte partidária, isso é muito ruim para o Brasil e acaba tomando decisões políticas, a gente vê muitas delas, até quanto a questão do Bolsonaro, mas eu vejo que o Tarcísio é um grande nome para as eleições do ano que vem.

Leia mais sobre o assunto: PH Entrevista-Cláudio diz que Pátio merece nota três e que cidade vai voltar a ter protagonismo na atração de empresas

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