Em 45 dias de gestão, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), vai moldando seu estilo administrativo e sua forma de fazer política. Nesse período, ele conquistou novos aliados, mas também conheceu novos adversários.
Novos adversários surgem
Os primeiros adversários declarados e não declarados do prefeito começam a aparecer, assim como novos aliados, os chamados “neos-CF”. Entre os adversários, está o advogado Olivar Nunes, ex-aliado que deixou a gestão após apenas 45 dias. Apoiador ferrenho de Cláudio nas três últimas campanhas e suplente de vereador pelo PL, Olivar pediu demissão. Apesar de evitar críticas diretas ao prefeito, ele reclamou do secretário de governo, Mikael Vitorino, e do procurador-geral do município, Luiz Vacaro.

Cláudio também percebeu que não terá uma vida tranquila com o Sindicato dos Servidores Públicos do Município (Sispmur). O sindicato, que inicialmente foi próximo ao prefeito, declarando apoio explícito à sua gestão, passou a fazer críticas e liderar movimentos de paralisação, como foi o caso da Coder.
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Os novos aliados de Cláudio Ferreira
Por outro lado, Cláudio conquistou novos aliados, os chamados “neos-CF”. Um exemplo é o vereador Ibrahim Zaher (MDB), atual líder do prefeito na Câmara. Zaher tem conduzido com maestria o trabalho de liderança, alcançando resultados positivos e aprovando grande parte dos projetos do Executivo.

Outro neo-CF é o vereador Vinicius Amoroso, que nos últimos dias conseguiu emplacar alguns nomes com o prefeito, como o ex-presidente da Coder, Matheus Vilela, que agora assumiu cargo no Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear).
Tanto Ibrahim como Vinícios não apoiaram Cláudio nas eleições do ano passado. Zaher estava no grupo de Thiago Silva (MDB) e Amoroso de Paulo José Correia (PSB).





