Os vereadores rejeitaram na sessão de hoje (5), a urgência no projeto de Lei de Autoria do Poder Executivo que trata de mudanças na estrutura organizacional da secretaria de Saúde do municipal de Saúde.
O primeiro a se manifestar contrário ao projeto foi o vereador Ângelo Bernardino de Mendonça Júnior, o Júnior Mendonça (PT). Ele primeiro disse que proposta não atende na ponta, pois estaria criando cargos administrativos e de gabinete. Ele ainda reclamou que a proposta havia chegado de última hora.
“Esse projeto cria um gasto anual ao município de mais de R$ 2 milhões, eu somei os cargos criados e multipliquei por 12, para chegar a esse número”, disse.
A vereadora Mariuva Valentim Chaves (MDB), disse que é preciso estudar com calma. “Esse projeto precisa de mais reflexão, não são cargos na ponta”, disse.
O vereador Ibrahim Zaher (MDB), líder do prefeito, disse que entende a preocupação dos vereadores sobre o projeto e disse que o projeto que foi enviado realmente precisa de correções, pois há erros de duplicações.

“Acho que realmente precisamos discutir melhor na semana que vem”, disse.
A urgência foi rejeitada por 18 votos; apenas os vereadores José Felipe Horta (PL) e Kaza Grande (PSB) votaram a favor.
O vereador Gerson Moreira, após a rejeição da urgência pediu vistas ao projeto.





