Feira de Ciências do Colégio Leibniz aproxima alunos ao futuro com tecnologias inovadoras

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Máquina desenvolvida por alunos da escola monta peça de cubo mágico em menos de dois minutos com IA

Feira de Ciências do Colégio Leibniz aproxima alunos ao futuro com tecnologias inovadoras

Com o auxílio da inteligência artificial e peças de Lego, eles desenvolveram uma máquina capaz de montar um cubo mágico em menos de dois minutos.

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A frase “O futuro mais perto do presente” resumiu com precisão o nível de inovação da Feira de Ciências com tema “Tecnologia e Inovação,” realizada nesta sexta-feira (25) pelo Colégio Leibniz, em Rondonópolis.

A exposição destacou o talento dos estudantes, que, desde o primeiro ano de alfabetização até o primeiro ano do ensino médio, apresentaram projetos voltados principalmente à tecnologia.

Entre as inovações, um dos trabalhos que mais atraiu a atenção foi o mecanismo criado pelos alunos do 8º ano A, Matheus Augusto Galvão de Souza e Arthur Moraes da Rocha.

Com o auxílio da inteligência artificial e peças de Lego, eles desenvolveram uma máquina capaz de montar um cubo mágico em menos de dois minutos.

“Começamos a ver alguns vídeos com Lego e decidimos desenvolver esse sistema para montarmos o cubo mágico,” contou Matheus, explicando que a inspiração surgiu ao assistir vídeos na internet onde brinquedos eram usados para montar estruturas.

Além desse projeto, a feira contou com uma série de exposições inovadoras utilizando ilusão de ótica e realidade aumentada, que estavam dispostas em mais de 18 trabalhos em uma única sala da escola.

Estudantes apresentam trabalho que mostra imagens em movimento

A reportagem do Primeira Hora acompanhou algumas dessas apresentações, que, com tecnologia de ponta, sugeriam soluções para problemas diversos.

Em um experimento, os alunos transformam uma imagem fixa em movimento, utilizando estratégias de ilusão de ótica.

Trabalho mostra funcionamento de um cinema

Um dos projetos, por exemplo, reproduzia o funcionamento de uma sala de cinema, mostrando o sistema de exibição de filmes em uma tela.

Outro trabalho apresentava a chamada realidade aumentada, a partir de um desenho e uma tela de tablet, o observasdor poderia ver a mesma imagem aumentada e em 3D.

Aluno mostra experimento de realidade aumentada

A feira também proporcionou uma experiência diferente aos alunos e visitantes, que tiveram a oportunidade de conhecer e ver de perto animais peçonhentos, como jararacas e cascavéis, sob a orientação de um especialista.

Além de aprenderem sobre os cuidados e procedimentos em caso de encontros com esses animais, os alunos puderam até mesmo tocar nas serpentes com segurança, uma experiência enriquecedora e inusitada.

Especialista mostra para estudantes como proceder ao encontrar um animal peçonhento

Carisa Alessandra Cambuhy Inaco, professora responsável pela disciplina de robótica, ressaltou o comprometimento dos alunos com o tema inovação. “Nós trabalhamos bastante o tema e vimos que cada um dos alunos buscou desenvolver projetos inovadores e tecnológicos,” destacou a professora, que celebrou o sucesso e o impacto da feira.

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