CORREDORES: Após audiência pública, execução do plano de mobilidade está suspenso por 15 dias

Picture of Primeira Hora

Primeira Hora

CORREDORES: Após audiência pública, execução do plano de mobilidade está suspenso por 15 dias

Compartilhe:

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Rondonópolis (CDL), representada pelo seu presidente Thiago Sperança, participou na tarde desta terça-feira (6) de uma Audiência Pública junto aos vereadores, membros do Poder Executivo local e sociedade civil organizada, na sede do Poder Legislativo, que discute a implantação dos corredores exclusivos a ônibus, ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas em algumas das principais avenidas do município, a começar pela Avenida Dom Pedro Segundo. A entidade segue acompanhando as discussões, em defesa dos comerciantes que estão pagando com a nova política municipal de mobilidade urbana.

Participaram da audiência os vereadores: Junior Mendonça, Adonias Fernandes, Reginaldo Santos, Cido Silva, Investigador Gerson, Batista da Coder, José Felipe Horta, Marldes Ferreira, Kalynka Meireles e Subtenente Guinancio.

Em sua fala, o presidente da CDL voltou a destacar a importância do diálogo junto à sociedade e à elaboração de estudos técnicos para a implantação. “Como presidente da nossa entidade e, principalmente, como cidadão, defendo mais uma vez que nenhuma intervenção deste porte seja feita até que tenhamos total clareza dos impactos positivos e negativos que a medida tomou, em especial aos comerciantes que geram emprego e renda na nossa cidade”, diz. “A chave é o diálogo e a CDL está aqui para seguir acompanhando”.

Em defesa, os representantes do Poder Executivo argumentam que a nova política de mobilidade urbana atende às regras federais e precisa ser integrada. Afirma, ainda, que ainda em 2017 foram realizadas reuniões junto aos setores. Por parte das entidades, porém, novas conversas se fazem necessárias.

Ao fim da audiência pública, o presidente da Câmara de Vereadores, Junior Mendonça, afirmou que pedira ao Executivo local a suspensão dos serviços por pelo menos quinze dias. Em caso de negativa, a Casa de Leis se compromete a acompanhar os trabalhos e, se necessário, pedir a suspensão do contrato junto à empresa responsável pela demarcação nas vias.

Deixe um comentário

[gs-fb-comments]

Veja Também