Rua Otávio Pitaluga, esquina com a Dom Wunilbaldo, sete horas da manhã, dois homens em uma moto, encostam em uma camionete de luxo, disparam, fogem, matam uma pessoa e deixa outra ferida, e um ano e quase quatro meses, deste fato, quase nada se sabe, a vítima era Terezinha Souza, diretora presidente do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear).
O crime ocorreu em 15 de janeiro de 2021 e até hoje continua sem solução.
A Polícia Civil que investiga o caso, pouco ou nada fala de forma oficial, apenas limita-se a dizer que a investigação está sendo feita. O próprio grupo do prefeito Zé Carlos do Pátio meio que deixou de cobrar providências e justiça com relação ao caso. Não se vê mais pessoas cobrando justiça ou solução para o caso.
Em resumo, o crime caiu no esquecimento.
Terezinha era uma espécie de primeira ministra da gestão. Era ela quem conseguia convencer o prefeito a tomar decisões.
Tida como linha dura, ao mesmo tempo que tinha admiradores, colecionava inimigos também. Tanto é verdade que há quem diga que a sua morte poderia ter relações com decisões administrativas, ou até mesmo por questões de cunho político.
No entanto, enquanto não se termina as investigações é praticamente impossível afirmar quem matou e quais os motivos levaram à morte de Terezinha Souza.
O que se sabe de fato, é que foi crime de mando e a execução seria feita por profissionais.





