A sessão da Câmara de Vereadores desta quarta-feira (8) foi movimentada e também histórica; pois pela primeira vez, o Legislativo rondonopolitano, volta à Vila Operária, desde 2008, quando a Câmara fez a sessão de posse, do então prefeito eleito, Zé Carlos do Pátio.
Naquela oportunidade, os vereadores se reuniram no espaço da feira livre e nesta quarta, os parlamentares utilizaram o salão da paróquia São José Operário.
Com a participação de muita gente, o que chamou a atenção foram os protestos de servidores da educação e dos agentes de endemias. Os primeiros reclamavam da indefinição sobre o destino dos repasses do Fundeb, e das indefinições dos contratados e do ano letivo do ano que vem.
A vereadora Kalynka Meirelles (Republicanos) apresentou um requerimento convocando a secretária de educação, Mara Gleibe da Fonseca para explicar a situação. No entanto, a medida não foi aprovada em regime de urgência. Kalynka reclamou da forma quem a secretária tem tratado o assunto. Ela disse que tentou, sem sucesso, em diversas oportunidades conversar com Mara Gleibe. “Ela simplesmente não atende”, resumiu.
Como a votação do requerimento foi nominal, o assunto gerou vaias para os contrários e aplausos para os favoráveis.
Uma das alegações para não aprovação do requerimento está no fato que uma convocação demoraria.
Para resolver a questão do Fundeb é preciso enviar uma Lei para a Câmara por parte do executivo. “Se isso não ocorrer até o dia 30 de dezembro, esse dinheiro volta para os cofres do governo federal”, disse a vereadora.
O vereador Reginaldo dos Santos (SD) se comprometeu em organizar uma agenda para atender a categoria com a secretaria e prefeito. “Se isso não ocorrer, eu vou renunciar a liderança”, disse.
No caso dos agentes de endemias, a cobrança é o repasse, por parte do município da gratificação dos profissionais.





