Poucos são os políticos com capacidade e credibilidade, como o senador Wellington Fagundes (PL). O parlamentar consegue reunir em seu arco de amizade, com rara ou nenhuma dificuldade aliados de vários lados.
Um exemplo maiúsculo é o atual cenário. WF faz parte da base do presidente Bolsonaro. As constantes visitas de Ministros a Mato Grosso, são atribuídas articulações do senador. Fagundes tem abertura com o primeiro escalão e também com Bolsonaro. Wellington não faz parte da tropa de choque bolsonarista, porém está entre aqueles que mais apresentam resultados efetivos para o governo e sem desgaste.
No passado, o senador já foi aliado de Lula e Dilma, manteve o mesmo perfil, conquistou pautas importantes para o Estado, como a duplicação da Br-163 e a criação da Universidade Federal de Mato Grosso. Mesmo distante de partidos da esquerda, Wellington segue prestigiado com lideranças dessa frente.
Ao contrário de muitas personalidades políticas, que são simpatizantes do meio do muro, o parlamentar frequenta os dois lados, sem grandes consequências. Tal fato está bem explícito nos suplentes do senador. O primeiro suplente é o médico Jorge Yanai, bolsonarista de carteirinha e integrante do Brasil -35. Já o segundo suplente é o professor universitário Manoel Motta, uma das principais lideranças do PC do B de Mato Grosso.





