Ninguém mais aguenta notícias relacionadas a pandemia. Isso é fato! Mas e aí, você está fazendo sua parte? Pelo que testemunhamos nos últimos meses, poucos são os corajosos que se atrevem a dizer não para a doença e conclamar os protocolos de segurança.
Essa é a realidade do Brasil. São 212 milhões de pessoas navegando num barco, que pode naufragar a qualquer momento. Mesmo assim, tem muita gente apostando que tudo não passa de mais um “truque ilusionista” da tal esquerda, enfeitado de confetes pela imprensa.
E assim seguimos mais de 12 meses vivendo num pesadelo, que pelo visto, está longe do seu fim.
O país atravessa seu pior momento na pandemia. Agora além da falta de leitos de UTI, também faltam profissionais de saúde e já começaram a gritar que a quantidade de remédios no mercado pode não ser suficiente, para atender uma demanda que não para de crescer.
Como desgraça pouca é bobagem, ainda falta citar a tão sonhada vacina. O 0,5 ml mais desejado do mundo está escasso na terra das bananas. A metade do mês de março já ficou para trás e os anúncios de mais vacinas, sempre jogados para frente. O presente é vazio, com idosos madrugando e aglomerando nas ruas, disputando senhas para tentar receberem uma picadinha.
O difícil é conseguir o tal do líquido, que chega a fracionado nos estados e a conta gotas nos municípios. A cidade de Rondonópolis está nesse bolo. O trabalho de imunização por aqui foi interrompido mais uma vez por falta de vacina. O detalhe é que centenas de idosos só foram comunicados depois de passarem a noite nos pontos de vacinação.
O cenário é sombrio, com alguma previsão de dias melhores só depois do segundo semestre. Até lá, três medidas são importantes: ficar em casa, usar máscara e rezar muito!





