Romoaldo continua intercedendo para que tributos voltem a ser recebidos em guichês da CEF e lotéricas

Fablicio Rodrigues/ALMT

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) mantém em suspensão o convênio que tinha com a Caixa Econômica Federal para o recebimento de taxas referentes a Documento de Arrecadação Estadual (DAR), além de casas lotéricas.

A situação vem causando grande transtorno à população do estado, que tem enfrentado dificuldades na hora de pagar seus boletos.Em busca de resolver o problema, o deputado Romoaldo Júnior (MDB) participou de reuniões com a categoria, inclusive em uma com a participação do governador Pedro Taques – ocorrida na última quinta-feira (07/06).

Nessa terça-feira (12), o parlamentar esteve na Secretaria da Casa Civil, acompanhando a diretoria do Sindicato das Empresas Lotéricas do Estado de Mato Grosso (Selomat) e proprietários de loterias para debater uma solução ao setor. Na ocasião, ficou agendada uma reunião com o secretário de Estado de Fazenda de Mato Grosso, Rogério Gallo, para a próxima sexta-feira (15), às 17 horas.

“Além do cunho social, a classe justifica que tem despesas com terminais de atendimento, estrutura de carro forte, enfim trabalha com pessoas e isso gera diversas despesas. Nesta reunião que está agendada na Sefaz, os lotéricos irão ter a oportunidade de explicar tudo isso”, defendeu o parlamentar.

O referido convênio foi suspenso porque o governo do Estado não quis pagar o valor estabelecido pela Caixa, o qual é mais alto que de outros bancos porque requer um repasse para as unidades lotéricas, já que estas têm custos com estrutura, funcionários e transporte de valore, dentre outros.

Dentre os documentos que deixaram de ser recebidos pelas lotéricas e Caixa Econômica Federal (CEF) estão Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) e a  Guia de Trânsito de Animal (GTA).

Os 225 empresários do ramo em MT reclamam que ao romper o contrato, o governo assumiu uma postura burocrática e emperrou o desenvolvimento da economia regional. Eles dizem que vêm sofrendo prejuízos tendo até mesmo que dispensar funcionários por conta da queda no fluxo de atendimento.