Wellington descarta entrar na disputa em Rondonópolis e revela sonho de ser vereador no futuro

O senador Wellington Fagundes (PL) não vai antecipar a discussão sobre a sucessão do prefeito Zé Carlos do Pátio. Na manhã desta segunda-feira (2) , o parlamentar disse em entrevista a Antero Paes de Barros, na Rádio Capital, de Cuiabá, que somente no ano que vem vai se posicionar com relação ao processo eleitoral de Rondonópolis. “Tem o grupo do prefeito, que vai à reeleição e um grupo de partidos que está sendo formado, eu prefiro deixar para definir no ano que vem”, disse o senador.

Senador deixando o estúdio onde deu entrevista na Rádio Capital

Wellington que é rondonopolitano e disputou a prefeitura em duas oportunidades, disse também que está fora do processo eleitoral do ano que vem como candidato. Ele negou textualmente que vai tentar novamente ser prefeito. O senador tentou sem sucesso chegar a prefeitura em 2000, quando foi derrotado por Percival Muniz e em 2004 quando perdeu um pleito para Adilton Sachetti que tinha ainda na disputa o atual prefeito Zé do Pátio, naquela oportunidade, o senador foi o segundo mais votado e Pátio o terceiro.

Ele ainda revelou a Antero, que o sonho dele é encerrar a carreira como vereador em Rondonópolis. Wellington caso realize esse sonho chegaria a Câmara de Vereadores, depois de ser deputado por cinco mandatos e senador da República.

MUDANÇA- O senador ainda revelou que o Partido de República (PR) voltou a ser Partido Liberal (PL),  nomenclatura que a sigla tinha antes da fusão com Prona no começo do ano de 2006. “Agora voltamos a ser PL”, disse  Wellington.

Guilherme Afif Domingos foi candidato a presidente pelo PL

Antero ainda brincou e soltou o slogan “Junto chegaremos lá” que foi o mote da campanha presidencial do PL em 1989, quando a sigla lançou Guilherme Afif Domingos para a sucessão de Sarney em eleição vencida por Fernando Collor de Mello. “O Paulo Guedes (hoje ministro da economia) era o assessor econômico da campanha do Afif e hoje o Afif é assessor do Guedes no ministério”, explicou o senador.

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