Setembro Amarelo é tema de roda de conversa de grupos sociais em Várzea Grande

Secom/VG

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Setembro Amarelo é tema de roda de conversa de grupos sociais em Várzea Grande

Como você está se sentindo hoje? Essa é uma pergunta que tem sido feita em toda as rodas de conversas com os usuários do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que participam das atividades sociais, a exemplo dos Serviços de Fortalecimento de Vínculos (SCFV), Centro de Convivência de Idosos, grupos de pais e comunidades. 

Neste mês onde se amplia o debate sobre a prevenção do suicídio, é necessário buscar apoio e melhorar a saúde mental, e para isso, nada melhor que começar o dia, ouvindo como todos estão se sentindo e tentar buscar, através dos relatos alivio para os conflitos existentes.   

“E essa é uma busca incessante de todos nós que trabalhamos, em especial, com crianças e adolescentes e também idosos. Em todos os nossos encontros observamos atitudes que possam estar afetando a tranquilidade da pessoa, daí buscamos saber os motivos e desta forma tentamos orientar, ou dependendo da situação, buscamos ajuda de profissionais que possam atuar de forma mais precisa”, destacou a coordenadora da Proteção Especial Básica, Bernadete Miranda. 

Neste mês, da campanha Setembro Amarelo, o tema foi abordado nas  rodas de conversas, onde as orientadoras sociais têm buscado tratar do assunto de forma leve, porém com a importância que o assunto requer. “Sabemos que muitas crianças, principalmente, aquelas que vivem em situação de vulnerabilidade social, têm dificuldades de socialização, e muitas passam por situações difíceis, de ordem econômica, familiar, escolar e até mesmo de violência doméstica, daí a necessidade de ter um olhar mais atento e saber trabalhar as emoções de cada um. É preciso que todos saibam que a vida tem momentos de dificuldades sim, mas que a vida é sempre a melhor escolha”. 

A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, disse que todos os setores da gestão do prefeito Kalil Baracat estão envolvidas nesta campanha de conscientização e que o ‘Setembro Amarelo’ tem sido amplamente divulgado no município, seja em ações na secretaria de Saúde, na Assistência, nas unidades escolares, enfim, em todos os segmentos.  “Esse é um assunto que envolve a todos nós e que precisa  ser debatido.  É importante que as pessoas saibam identificar esse problema e estar disponível para ajudar, e sem que haja julgamentos”. 

Quanto aos ensinamentos de crianças e adolescentes a esse tema, que para muitos é considerado tabu, é importante que elas saibam que estamos aqui para ajudar no seu desenvolvimento. “E o trabalho desenvolvido por nossas orientadoras sociais tem sido de vital importância nesse processo. Elas além de estimular a criatividade e desenvolvimento social, de crianças e idosos, duas  faixas etárias que necessitam de olhar mais atento, atuam como mediadoras. Além das atividades realizadas em grupo, elas realizam visitas domiciliares estreitando os laços comunitários, fazendo o levantamento das necessidades de cada família atendida, e também fazendo os encaminhamentos para os órgãos responsáveis”. 

ATIVIDADES: No polo São Mateus a orientadora social Marcilene realizou com as crianças a dinâmica da laranja, para ver o equilíbrio e comportamento na condução da atividade. Ela utilizou a roda de conversa para tratar do tema: Dia da Independência do Brasil. 

No polo Serra Dourada, a orientadora social Carina Soares, também utilizou a roda de conversa para destacar a importância do dia 7 de setembro e seu significado, além da dinâmica de desenho e pintura de um importante símbolo nacional, a bandeira do Brasil.

No polo Jardim Esmeralda a orientadora social Renita Barros abordou o tema Setembro Amarelo e cuidados com as amizades. Os participantes do Serviço de Convivência confeccionaram flores amarelas para montagem de painel. No polo Cristo Rei o tema também foi discutido. A orientadora Hedilene também trabalhou com as crianças na confecção de painel sobre o tema. 

Já no Parque das Estações a roda de conversa com os idosos da comunidade que realizaram trabalhos manuais e também participaram de dinâmicas para estimular a coordenação motora, equilíbrio e a paciência. 

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