Setas recebe proposta de parceria para implantar o programa do Banco Alimentar Contra a Fome

Cleide Dantas



A secretária de Estado de Trabalho e Assistência Social, Monica Camolezi, recebeu na tarde desta quinta-feira (03.05) em seu gabinete, o senhor Erasmo Romano, chefe de gabinete do deputado Dr. Leonardo Albuquerque, para falar sobre o programa do Banco Alimentar Contra a Fome.

Erasmo apresentou a lei nº 10.688, que institui o programa em Mato Grosso, de autoria do deputado que tem o objetivo de estabelecer uma parceria com a Setas e desenvolver ações conjuntas na implantação dos projetos e alcançar as pessoas que vivem em situação de pobreza.

“Queremos uma parceria com a Setas para difundir o banco de alimentos e alcançar famílias que vivenciam esse problema da fome. Uma das finalidade do programa é redistribuir alimentos excedentes, perecíveis ou não, industrializados ou não.  A lei foi publicada no dia 05 de março e em breve teremos um decreto para viabilizar as ações no estado”, explica.

A secretária da Setas informou que a Câmara Intersecretarias de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) se reuniu para alinhar as discussões sobre o Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional e que esta proposta vem acrescentar aos trabalhos de combate  a fome que já são desenvolvidos com famílias que estão em situação de vulnerabilidade social.

“A lei é oportuna e chegou num momento muito importante onde estamos trabalhando de forma conjunta e sistemática com outras secretarias. Na próxima semana estaremos em reunião com o Ministério do Desenvolvimento Social que virá trazer as diretrizes deste plano para nortear todos os trabalhos”, explicou Monica.

A secretária diz que um dos projetos já implantados é o Pró-Família que transfere renda de R$ 100,00 para compra exclusiva de alimentação, mas não para por aí, toda uma ação é realizada no contexto familiar onde as crianças devem estar na escola, os adultos devem participar de cursos de capacitação, dentre outras ações que apoiam as famílias para sair da condição de pobreza extrema.

“Todas essas ações podem evoluir, tem alguns municípios que estão capacitando em plantio de hortas comunitárias, podemos trabalhar intersecretarias para que, no futuro próximo, tenhamos núcleos com associações e cooperativas motivando o empreendedorismo nessas comunidades”, comenta a secretária.