Rondonópolis continua classificado com risco moderado de contaminação pela Covid-19

Primeira Hora, com Secom-MT

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Cidade passar por crescimento vertical

Rondonópolis continua classificado com risco moderado de contaminação pela Covid-19

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) atualizou nesta terça feira (03) a situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. O novo boletim mostra que Rondonópolis e outros 133 municípios seguem classificados com risco ‘moderado’ para contaminação da Covid-19.

O balanço ainda mostra que 7 municípios registram classificação de risco alto para o coronavírus. São eles: Acorizal, Figueirópolis D’ Oeste, Jangada, Lucas do Rio Verde, Novo São Joaquim, Primavera do Leste e São José do Povo.

Nenhum município foi classificado com risco muito alto ou baixo para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do dia 25 de março de 2021. Desde então, não é levado em consideração apenas o número absoluto dos casos dos últimos quatorzes dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorzes dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020. Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco:

• Nível de Risco MODERADO

a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para o Nível de Risco BAIXO;

b) quarentena domiciliar para pessoas acima de 60 anos e grupos de risco definidos pelas autoridades sanitárias.

• Nível de Risco ALTO

a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;

b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;

c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não presencial;

d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

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