Rezende propõe pulseiras com chips para recém-nascidos em maternidades

rezende propõe pulseiras com chips para recém-nascidos em maternidades

Mães e bebês recém-nascidos terão mais segurança nas maternidades de Mato Grosso. A iniciativa do deputado Sebastião Rezende (PSC), via projeto de lei (373/2017), se sancionada pelo Poder Executivo, obrigará as clínicas e hospitais do de Mato Grosso a disponibilizarem pulseiras antissequestros para recém-nascidos já colocadas na sala de parto. “Entendemos que o uso dessas pulseiras garante mais tranquilidade aos familiares, à parturiente eaos recém-nascidos”, afirmou o parlamentar.
Consta na proposta que as pulseiras só poderão ser retiradas após a alta do bebê, na presença da mãe ou do responsável. Os hospitais e maternidades também ficarão obrigados a adotar controle rigoroso do fluxo de pessoas, instalando em todas saídas sistemas que acionem o dispositivo na pulseira caso alguém tente sair da unidade de saúde com a criança. A pulseira deve emitir um forte apito caso o bebê ultrapasse quaisquer das portas da maternidade ou hospital. A pulseira somente poderá ser desativada por funcionário autorizado. “Essa ideia vai proporcionar mais segurança aos bebês, e é importante salientar que muitos são os casos noticiados nos veículos de comunicação, de que recém-nascidos são sequestrados”, apontou ele.
“A pulseira só pode ser desligada por funcionário autorizado do hospital. Essa medida já é adotada no exterior em muitas instituições”, destacou o deputado.Assim, segundo Rezende, para tentar evitar este tipo de crime, esse dispositivo eletrônico, simples e economicamente acessível, apita se o bebê atravessar a unidadede, chamando a atenção da segurança do local.
O parlamentar argumenta que o projeto visa defender a integridade da família e do bebê. E, de maneira mais ampla, “trata-se da defesa da saúde das pessoas, que, se sofrerem esse tipo de violência, ficam com sequelas psíquicas irreversíveis", finalizou.