Polícia confirma ligação entre ataques na França

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Polícia confirma ligação entre ataques na França

A polícia francesa confirmou que há ligação entre o atentado ocorrido contra a revista Charlie Hebdo, que deixou 12 mortos na quarta-feira, e o ataque a uma mercearia judaica na região sul de Paris nesta sexta-feira. Ao menos seis pessoas foram feitas reféns. Inicialmente, havia sido divulgado que dois dos reféns teriam sido mortos, mas o governo francês nega esta informação, segundo informações do correspondente da Band em Paris, Milton Blay. No entanto, uma pessoa estaria seriamente ferida.

Duas pessoas são suspeitas de comandarem este ataque, um homem de 26 anos e a namorada dele. O agressor seria o mesmo que matou uma policial em Montrouge, ao sul de Paris, na quinta-feira. Ele usava colete a prova de balas e disparou contra a agente e também contra um funcionário de limpeza. Segundo a agência de notícias AFP, o sequestrador conhece um dos irmãos terroristas.

O rapaz e a namorada estariam tentando dispersar a polícia francesa, que tenta capturar os dois irmãos suspeitos de promover o atentado à Charlie Hebdo.

Caça aos terroristas

Enquanto isso, na cidade de Dammartin-en-Goële – a 45 quilômetros ao norte de Paris – a polícia francesa cerca uma fábrica onde estão os dois irmão terroristas que atacaram a revista na última quarta-feira. Eles mantêm uma pessoa refém no local.

Os terroristas trocaram tiros com os policiais na manhã desta sexta-feira e teriam buscado refúgio na fábrica. No dia anterior, eles teriam telefonado para a polícia francesa e dito que preferiam "morrer como mártires".

Mais de 80 mil policiais atuam na operação de buscas aos autores dos atentados. Aviões que têm previsão de decolar ou aterrissar no aeroporto Charles de Gaulle, que fica a 13 quilômetros de Dammartin-en-Goële, foram orientados a mudar a rota para não sobrevoar a cidade. O aeroporto está fechado.

Mortes

O ataque à revista francesa aconteceu na última quarta-feira, no centro de Paris, depois de a última edição publicar uma charge sobre Maomé. Os terroristas invadiram o escritório da revista durante reunião de pauta e, segundo testemunhas, gritavam "vingamos o profeta". Eles assassinaram 12 pessoas e deixaram outras 11 feridas.

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