Parceria entre AL e governo vai beneficiar mulheres empreendedoras

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A Assembleia Legislativa e o Poder Executivo lançaram na manhã dessa quarta-feira (27), o projeto “Mulheres em Rede”. A iniciativa oferece geração de renda às mulheres com perfil empreendedor.

“A proposta inicial vai beneficiar mil mulheres, através de ações direcionadas àquelas que se encontram em situação de vulnerabilidade social”, explicou o governador em exercício, Guilherme Maluf (PSDB).

Conforme o secretário de Estado de Trabalho e Assistência Social (SETAS), Valdiney Arruda, o "Mulheres em Rede" é um projeto que vai promover formas de inclusão produtiva com geração de renda, como forma de mudança de sua realidade social.

“O projeto será dividido em três eixos: identificação do perfil das candidatas, treinamento, capacitação e qualificação com o trabalho. Também vai proporcionar incluir as mulheres em uma rede produtiva onde terá mecanismos para aperfeiçoar ou adquirir conhecimentos, através de participações em oficinas direcionadas à temática de atuação e comercialização do produtivo”, revelou Arruda.

Ao todo serão realizadas 50 oficinas e pelo menos duas feiras de empreendedorismo para exposição e comercialização da produção.

“Essa iniciativa tem por objetivo fortalecer as classes menos privilegiadas numa atuação profissional com lucros voltados à família", destacou a presidente de honra da Sala da Mulher, Maria Teresa Maluf.

Vale ressaltar que o projeto vai atender mulheres com renda de até três salários mínimos de Várzea Grande e Cuiabá por um período de seis a sete meses, administrado por funcionários do Senac e Senai.

“Ao término do projeto, essas mulheres poderão acessar crédito social sem juros para implementação do empreendedorismo”, falou o secretário da Setas.

De acordo com o Valdiney Arruda, o projeto começa em agosto, e a Assembleia Legislativa vai investir no programa Mulheres em Rede, R$ 1 milhão, e o governo do estado outros R$ 200 mil para gerar emprego e renda às mulheres de famílias com renda inferior a três salários mínimos.

Na primeira etapa, o projeto será direcionado à mulheres da região Metropolitana da capital, mas a ideia é estender para outros municípios. “Pretendemos ampliar essa ideia para as cidades consideradas polos, pois trata-se de um conceito para gerar renda”, finalizou Maluf.